quarta-feira, 21 de abril de 2021

 

APRENDENDO A LIDAR COM AS INCERTEZAS

 

Eu sei que tudo que fazes é bom, porque Tu és bom; por isso eu Te peço: ensina-me a conhecer e obedecer às tuas ordens escritas. Salmos 119:68


Ter equilíbrio emocional e fé em tempos difíceis os quais vivemos é primordial. Ajuda-nos a lidar com as dificuldades do caminho, com maior paz, serenidade e confiança.
Conviver com os medos, incertezas, solidão e até a raiva é uma maneira de cuidar de nós mesmos. Pra isso basta nos voltarmos para as palavras do salmista dita ao próprio Deus: “Eu sei que tudo que fazes é bom, porque Tu és bom...” Não precisamos - e não podemos nos sentirmos bem o tempo todo, mas é necessário, como crentes, ter ciência de que tudo que Deus faz é bom e de que ELE é bom.

Não há duvidas que seja importante investigar e identificar quais situações nos desperta incertezas e ansiedades e fornecer a calma necessária para superá-las. Embora o tempo que estamos vivendo seja difícil, é possível seguir em frente. Nem tudo está perdido, sempre há luz no fim do túnel quando se tem certeza, como o salmista, de que Deus é bom.

Como o sabor do chocolate, os dias podem ser amargos ou doces. Um monge francês do século XVII, certa vez escreveu: "Se soubéssemos o quanto Deus nos ama, estaríamos sempre prontos a receber de sua mão, igualmente, o doce e o amargo".

Daí você pergunta: Aceitar igualmente o doce e o amargo? É difícil! Mas sobre o que o monge francês estava a falar? A resposta está nos atributos de Deus. Dentre tantos o salmista destaca “a bondade de Deus”. "Tu és bom e fazes somente o bem; ensina-me teus decretos" (Salmos 119:.68).

Em meio as incerteza dos tempos que vivemos que eu e você possamos lembrar de nos manter no presente, e no que pode ser feito hoje, ainda que o medo e a incerteza tragam qualquer tipo de insegurança.

Mesmo se nada for como era antes, a vida nos convida a seguir. Que nos dias desafiadores e cinzentos não nos esqueçamos do que realmente importa; Cristo Jesus e a preciosidade de sua palavra

Assim como os Maias valorizavam o chocolate amargo por suas propriedades medicinais, que possamos ver nos dias amargos e cinzentos o seu valor. Eles nos tornam cientes de nossas fraquezas e nos ajudam a ser mais dependentes de Deus.

Portanto, abracemos a vida, seja na doçura ou na amargura, certos e seguros da bondade de Deus e presença constante Dele.

Que possamos dizer: "Muitas coisas boas me tens feito, Senhor, como prometeste" (Salmos 119:65).

Quando aceitamos os dias difíceis, incertos com calma, aprendemos a ser confiantes e resilientes. Dessa forma, estamos prontos para transformar a dor em algo bom. Ganhamos uma nova versão.

Estamos preparados para uma versão melhor do que somos hoje e que ainda está por vir?

A Deus somente seja a Glória!

Roney M Carvalho

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

A SALUTAR IMPÔRTANCIA DE O CRENTE EM REUNIR-SE

 

“Apeguemo-nos firmemente, sem vacilar, à esperança que professamos, porque Deus é fiel para cumprir sua promessa. Pensemos em como motivar uns aos outros na prática do amor e das boas obras. E não deixemos de nos reunir, como fazem alguns, mas encorajemo-nos mutuamente, sobretudo agora que o dia está próximo” (Hb 10:23-25NVT).


A nossa salvação é gratuita porque não existe preço que pague, e não temos que pagar nada; é de graça porque Jesus já pagou tudo.

Agora, viver a nossa Salvação é algo caríssimo. Significa viver uma vida dedicada a Deus e separada do mundo. Estas duas coisas andam juntas. É impossível haver dedicação da vida a Deus sem separar-se do mundo. Deus e o mundo são incompatíveis. Diz o apóstolo João: “Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1ª Jo 2:15).

O texto de Hebreus traz-nos a exortação que Deus é fiel ao que prometeu. Deus fez promessas na pessoa de Seu Filho Jesus, e cada crente pode colocar sua fé e esperança nEle com a certeza de que Deus cumprirá Suas promessas. O texto nos exorta também que animemos uns aos outros para o amor e para as boas obras. Dessa exortação surge a pergunta: “Como posso animar meus irmãos em Cristo a amarem e fazerem boas obras?” Será que me importa de que modo cada irmão vive? Ou pensamos não ser da nossa conta o que nosso irmão ou irmã faz ou está a viver?

Se esse é o nosso pensamento, vale lembrar que esse é o espírito de Caim que perguntou: “Acaso sou eu o guardador do meu irmão? É evidente que somos todos guardadores do nosso irmão. Dizer que o que acontece com o nosso irmão não nos afeta é ser culpado de um grande pecado.

Ha no texto de Hebreus ainda outra exortação que para concretizar as anteriores mencionadas precisamos obedecê-la de igual modo: “e não deixemos de nos reunir...”

PORQUE É IMPORTANTE NOS REUNIR COMO IGREJA?

1. Porque é ordem de Deus - Não é só um mero conselho. Não é algo optativo; é tão obrigatório quanto qualquer um dos mandamentos feitos por Ele. Não é simplesmente satisfazer o desejo do líder; é uma ordem de Deus a qual não se pode menosprezar.  “Mas ó homem, quem és tu, que a Deus replicas” (Rm 9:20). Uma ordem de Deus não cumprida é tão pecado como outro qualquer.

2. Congregar é um modo de nos encorajarmos uns aos outros - “E não deixemos de nos reunir, como fazem alguns, mas encorajemo-nos mutuamente, sobretudo agora que o dia está próximo”. As pessoas que mais precisam de ajuda e encorajamento são aquelas que amam a igreja de Jesus Cristo e querem vê-la prosperar em sua obra. A igreja é uma fábrica para Cristo, e todos os membros precisam estar em sua área de atuação. A igreja é uma escola de instrução religiosa e todos os seus membros devem ser alunos fiéis.

A igreja é um farol para Cristo e cada membro precisa deixar sua luz brilhar diante dos homens, para que eles vejam suas boas obras e glorifiquem a Deus. É pecado colocar esconder a nossa luz. É claro que não precisamos fazer um desfile de nossas boas obras, a fim de receber o louvor dos homens, mas devemos praticá-las diante dos homens, para que Deus seja glorificado. Se o motivo de nossas obras for mostrá-las para nossa própria glória nisso estaremos pecando, assim como é pecado esconder nossas obras fingindo humildade.

3. Não pode haver igreja sem os crentes reunidos - A palavra “igreja” significa assembléia; e assembléia é uma congregação de pessoas. Se os membros não se reunirem, não poderá haver uma igreja. A única igreja invisível descrita na Bíblia é a igreja universal (não a do Edir Macedo), mas a união de todos os crentes de todas as eras e em todos os lugares a qual o ser humano não pode ver.

CONCLUSÃO

Existem nos ajuntamentos cristãos os que dão ofertas enormes e que por isso parecem mais importantes ou até relevantes, porém o mais importante é a freqüência regular nas reuniões da igreja. Deus precisa em sua igreja de crentes fiéis e que essa fidelidade também seja demonstrada no obedecer à ordem imperativa de Deus “Não deixem de reunir-se...”.

Arrisco em afirmar que entre dar dinheiro e freqüentar as reuniões da igreja, o mais importante para Deus e “Não deixar de congregar-se”.

 Se tiver que deixar de fazer um dos dois, então deixe o dinheiro de lado e congregue, reúna com sua igreja! A Igreja de Jesus é composta por homens e mulheres que um dia tiveram uma real experiência com Deus.

Deus nos abençoe afim de que possamos compreender que Deus quer o seu povo reunido e que o reunir-se não constitua em um peso, mas num prazer em realizar a vontade Daquele que nos salvou.

A Deus somente seja a glória!

 

 

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

DEUS PROCURA ADORADORES




JOÃO 4:5-14;19-26


O texto traz a narrativa do encontro do Sr. Jesus Cristo com uma mulher Samaritana, onde numa conversa, ELE mostra que a verdadeira adoração, embora seja uma expressão material, é essencialmente espiritual.

A expressão “adorar” é empregada 10 vezes nesse texto, não sem motivos, mas porque indica o valor não só da palavra, mas o valor que o Senhor Jesus Cristo dá a “adoração”.

Muitas vezes:

Ø Preocupamo-nos com o lugar do culto;

Ø Preocupamo-nos com o processo de como vai transcorrer o culto.

Ø A verdadeira e principal preocupação do crente deve ser “o espírito do culto”.

Ou seja:

Ø O que podemos oferecer a Deus no culto, ou

Ø O que temos para oferecer a Deus em nossos cultos.

Ø A Adoração precisa e deve ser a primordial ocupação da igreja e do crente individual.

Aprendemos com o Sr. Jesus aqui, nesse diálogo com a Samaritana, que Deus não procura evangelista, Ele não procura pastores ou mestres, Ele não procura professores, Ele não procura colaboradores etc para sua igreja. Estes ele os dá. (1º Cor 12:28-31).

Diz o texto: “DEUS PROCURA ADORADORES”. Para todos os demais serviços da igreja, ele os tem ou dá à igreja, PORÉM tratando-se de Adoradores, ELE PROCURA.                                                              

O que é Adoração? 

É um ato de tão elevada expressão que por maior esforço que façamos, teremos dificuldades em defini-la. É um ato de contemplação de Deus.  Adoração é uma alma piedosa, aproximando-se do criador e pela fé contemplando a beleza, a glória, a majestade a perfeição infinita do Supremo Criador. Adoração de Deus e não de mim mesmo.                                                                                          

Seres humanos não nascem adoradores, não nascem prontos para servir a Deus de modo aceitável. 

PENSEMOS SOBRE

AS CONDIÇÕES PRA QUE HAJA ADORAÇÃO

1º É necessário que haja regeneração - O homem natural não tem capacidade para adorar a Deus, nem tem o direito aos privilégios do Reino de Deus. O Senhor não aceita a adoração de quem não se submete aos termos de sua aliança. (Sl 50:16-17) ”Mas ao ímpio diz Deus: De que serves repetires os meus estatutos, e teres nos lábios a minha aliança, uma vez que aborreces a disciplina e rejeitas as minhas palavras?”

O pecador não regenerado não pode ver o Reino de Deus. (Jo 3:3) “... se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”.  E também não pode compreender as coisas espirituais; (I Co 2:12-16)

2º É necessário que seja em espírito (Verso 24). Significa estar de conformidade com a natureza de Deus. “Deus é espírito e importa que seus adoradores o adorem em Espírito e em verdade.”

Deus quer ser adorado em espírito, e para que isso seja possível, Deus por meio de Jesus Cristo nos conferiu uma natureza espiritual, mediante o nascer de novo.

3º É necessário que seja em verdade (Jo 4:24) Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”.

Isto diz respeito aos motivos e a vida do adorador.

Se é verdade que a natureza do culto, exige uma adoração em espírito, também é verdade que os motivos em adorá-lo têm que ser em verdade.

Temos que trazer a presença do Senhor:

Ø  Um espírito cheio de sinceridade, honestidade e verdade.

Ø A vida de um adorador deve ser coerente com sua profissão de fé.

OS BENEFICIOS DA ADORAÇÃO

Embora o objetivo do adorador seja sempre dar e nunca receber, mesmo assim, temos a grata satisfação de sermos beneficiados quando adoramos.

Os benefícios:

a) Visão do Senhor – “Eu vi o Senhor” disse Isaías. De fato adoramos o Senhor, quando o vemos com os olhos da fé. Vemos DEUS por meio de seu filho o Senhor Jesus Cristo.

b) Consciência da nossa própria indignidade-Esse é outro beneficio da adoração. Consciência de própria indignidade!  “Ai de mim! Estou perdido! Sou homem de lábios impuros” disse Isaias.

É isto que precisamos reconhecer na presença do Senhor. A NOSSA PRÓPRIA INDIGNIDADE.

Lembram dos servos no passado? “Eu não sou digno que entres na minha casa!” “Eu não sou digno de desatar-lhe as sandálias!” Eu não sou digno...

Como tem sido as adorações hoje em dia? Entra na minha casa, entra na minha vida etc, etc...

c) A Adoração nos habilita pra o serviço – Depois de contemplar o Senhor, “Eu vi o Senhor”, Depois de reconhecer sua própria indignidade “Sou homem de lábios impuros” o profeta pôde então dizer: “Eis me aqui Senhor, Envia-me a mim!”

A RESPONSABILIDADE DE ADORAR A DEUS

 

Cada crente precisa Ter a consciência de ser um adorador, “a quem Deus procura” (Jo 4:23).

Muitos crentes tem a idéia errada de que só podemos adorar a Deus num culto público. Sem dúvida a adoração coletiva é um privilégio que nem um crente sincero deveria desprezar ou até mesmo ignorar. É uma grande benção podermos compartilhar dos ajuntamentos onde podemos oferecer sacrifícios vivos que são agradáveis a Deus.

A adoração que o crente presta individualmente a Deus no dia a dia é um excelente exercício espiritual.

 

CONCLUSÃO: Somente um cristão verdadeiro pode oferecer um culto espiritual e inteligente em contraste com o culto formal, que é cheio de ritualismo pomposo, onde os adoradores sequer sabem a quem estão adorando (Jo 4:22).

Ø Qual tem sido sua real e verdadeira preocupação quando se reúne para adorar?

Ø O que você tem pra oferecer quando se reúne para adorar?

Ø Sua adoração parte de um coração regenerado?

Ø Sabemos de fato a quem estamos adorando?

Ø Quando se reúne para adoração, você tem consciência de sua própria indignadade?

Que o Sr. Jesus nos dê a graça de compreendermos essas verdades sobre a adoração que Deus espera de cada um de nós. Que tenhamos a real consciência de que Deus procura adoradores, que o adorem em espírito e em verdade.

MdC

 

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

SOCIEDADE SEM PAIS?

 


Certa feita uma criança descreveu o dia dos pais da seguinte maneira: “O Dia dos Pais é como o Dia das Mães, a diferença é que não gasto muito dinheiro com presente”. Não deixa de ser uma grande verdade né?

Muito mais pais vão à igreja no Dia das Mães do que no próprio Dia dos Pais. O Dia das Mães é, sem duvida, um dia em que a igreja é mais freqüentada pelos pais do que propriamente no dia dos pais. Infelizmente o Dia dos Pais é um dos que os pais menos freqüentam a igreja.
As mães, no seu dia, querem ir à igreja com suas famílias e depois sair para almoçar ou celebrar. Mas no Dia dos Pais, muitos pais preferem ficar em casa e tirar um cochilo.
Para tristeza e vergonha nossa, os homens não estão se destacando como as mães costumam se destacar, claro com suas exceções. Também em menor proporção existem mães que são terrivelmente negligentes.

Em linhas gerais, as mães são mais presentes na vida dos filhos, enquanto que, muitos pais estão desaparecidos do verdadeiro exercício da paternidade e do exercício do sacerdócio.
Moisés foi um retrato dessa afirmação anterior. A Bíblia diz que Moisés havia negligenciado suas responsabilidades no lar não circuncidando seu filho. Assim, sua esposa, Zípora, fez isso sozinha e ficou muito chateada com Moisés. (Êx 4:24–26).
Esse é o caso em muitos lares cristãos nos dia atuais. A esposa não apenas está fazendo o trabalho dela, mas também o trabalho do marido. Isso porque grande parte dos pais não tem exercido o sacerdócio no lar.
Geralmente tem sido a esposa que diz: “Devemos orar”. É a esposa que tem dito: “Ei, você vai ler uma história da Bíblia para as crianças e orar com elas antes de irem para a cama?” É a esposa que diz: “Precisamos nos arrumar para irmos ao templo cultuar a Deus”.
Cada vez mais, menos pais, tem tomado a iniciativa no lar, transferindo assim essa responsabilidade para as suas esposas.
Note o que a Bíblia diz aos pais: “Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor” (Ef 6:4). Esta afirmação pressupõe que o pai está presente na vida do lar.

Na cultura do primeiro século era quase impossível um pai abandonar suas responsabilidades no lar. No entanto, hoje em dia, o que deveria ser regra tem se tornado uma exceção.
Os pais e seus exemplos de vida são de suma importância na vida dos filhos, porque eles baseiam seus pontos de vista com relação a Deus, em seus pais. Os pais são um representante de Deus para os filhos aqui na esfera terrena.
Geralmente os filhos transferem seu relacionamento com seus pais terrenos para o Pai celestial. Se seu pai terreno é mau, severo ou até abusivo, os filhos tendem a ver Deus também dessa forma. Se o pai terreno é um pai distante, ausente e pouco comunicativo, os filhos costumam considerar que Deus também o é.

Sabe por quê? Porque nós “pais” somos para os filhos como que um espelho.
Precisamos saber que Deus não é assim. Deus é amor, carinho, afeto. É benigno, misericordioso e compassivo. Ao mesmo tempo, Deus é justo e santo. Os pais, se não são, precisam ser um representante de Deus para seus filhos. É por isso que o papel deles é tão vital no lar, dentro de suas casas.

O trabalho dos pais é treinar os filhos, educá-los no caminho do Senhor. Não preciso lhe dizer que seu filho é um pecador, assim como você é um pecador, e como todos somos pecadores.
Nenhum pai teve que ensinar seus filhos a pecar. Nunca precisaram dizer: “Filho, hoje eu vou te ensinar como pecar. Ao contrário, o pecado veio naturalmente para eles, assim como veio para mim – assim como vem para todos. Portanto, precisamos cuidar para que nossos filhos venham a Jesus e desenvolvam seu próprio relacionamento com Deus.
Nada, em absoluto pode acontecer através de nós, se primeiro não tiver acontecido conosco. Paulo escreveu: Continuem a pôr em prática tudo quanto aprenderam de mim e me viram fazer, e o Deus de paz será com vocês.            (Fp 4: 9 B.V).
Algumas coisas DE NÓS E EM NÓS são capturadas pelos nossos filhos e outras são ensinadas. Moisés deixou-nos ensinos sobre isso; observe: E você deve meditar sempre nestes mandamentos que hoje estou ordenando os quais você deve ensinar aos seus filhos. É preciso que você converse sobre estas leis quando estiver em casa, quando estiver andando por algum caminho, na hora de dormir e logo ao despertar! (Dt 6: 6–7 B.V).
Ter momentos de ensino com os filhos deve ser uma coisa diária, um estilo de vida, porque os filhos precisam ver nossa fé em ação.
Na cultura em que estamos inseridos, estamos a perder pais em um ritmo jamais visto. Um especialista afirmou que corremos o risco de nos tornarmos uma sociedade sem pai.
Praticamente todos os males sociais de hoje se devem ao fato de pais terem abandonado suas responsabilidades, pais que se afastaram e não estão fazendo o que Deus os chamou a fazer.
Existem estudos que mostram que pessoas vindas de lares sem pai têm maiores taxas de suicídio, de prisões e uso de drogas e álcool, entre outras coisas. Se nós pais fizéssemos o que somos chamados a fazer e tomássemos a iniciativa de liderar em nossas casas, isso mudaria toda a sociedade. Faria toda a diferença se fossemos, de fato, homens de Deus.
Precisamos estar em nossos lares. Já passou da hora de nos tornarmos homens de Deus. Nosso papel é de suma importância. Sejamos fieis!

Missionários do Cerrado

 

quarta-feira, 22 de julho de 2020

APRENDENDO A LIDAR COM AS FRUSTRAÇÕES


Frustração - Você sabe como lidar com ela? | Casule Saúde e Bem-estar

JONAS CAP 4


INTRODUÇÃO:
Quem nunca teve uma frustração? Uma decepção, um desapontamento:.
EXEMPLO: Um jovem irmão em Cristo, sentia-se chamado por Deus para pregar o evangelho aos povos mulçumanos e num certo encontro das igrejas as quais ele pertencia, ele resolveu compartilhar com a igreja o desejo do seu coração e o ardente chamado que tinha de Deus para anunciar aos mulçumanos a salvação em Jesus Cristo. Enquanto ele comunicava seu chamado, um experimentado pastor aou ouvir o testemunho do jovem, levantou-se e indignado com aquela nóticia, repreendeu o jovem dizendo: Esse povo é inimigo de Deus e não merece ser salvo. Você vai perder o seu tempo pregando pra essa gente? Aquele pastor estava frustrado com a idéia de que um jovem crente abandonaria tudo e dedicaria sua vida exclusivamente para pregar a salvação em Jesus Cristo a um povo que Ele julgava não ser merecedor da Salvação.
JONAS, o Profeta e Servo de Deus também teve suas frustrações e não como o velho pastor que estava frustrado com outro crente e com suas ideias, Jonas testava frustrado com o próprio Deus.

O que aprendemos com Jonas?
1º É NORMAL CRENTES TEREM FRUSTRAÇÕES
Todos estamos sujeitos a dias difíceis, frustrações e decepções.
Um velho e experimentado Presbítero frustrado com a idéia de que Deus poderia, pode e quer salvar a qualquer um, INCLUSIVE, um povo considerado inimigo de Deus (Mulçumanos).
Muitas vezes ficamos desapontados, frustrados porque o fim da história não é como gostaríamos que fosse. (PANDEMIA). JONAS VIVEU UMA REALIDADE COMO ESSA. Jonas está triste, frustrado porque sabia que Deus não iria destruir aquele povo que durante anos afrontou o povo de Deus. Jonas, não queria ver aquele povo salvo, não queria ver aquela gente no céu. Ele estava contrariado com Deus.
IRMÃOS! É tão normal sofrer frustrações e desapontamentos, que mesmo assim, Deus não desiste de nós. Deus não desistiu de Jonas. E Jonas não era exclusividade na bíblia quanto a frustrações. VEJA:
• Elias - Quando as coisas vão bem para nós, é natural ficarmos confiantes quanto ao futuro. Talvez pensemos que tudo vai continuar melhorando e que até os nossos piores problemas finalmente ficarão para trás. E não seria de admirar se Elias pensasse assim.
Ele era um homem “com sentimentos iguais aos nossos”. (Tg 5:17) “Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós…” Os problemas de Elias estavam longe de acabar. Em poucas horas ele ficaria com tanto medo, tão desanimado, tão frustrado que desejaria morrer.
Por quê? Diz a P.D em (1º Reis 19:1) “Acabe contou então a Jezabel tudo o que Elias tinha feito e tudo sobre como tinha matado todos os profetas à espada.”
Percebam a reação da esposa de Acabe (1º Reis 19:2) “Jezabel ficou tão furiosa que enviou a seguinte mensagem a Elias: “Assim façam os deuses e assim lhe acrescentem mais, se nesta hora, amanhã, eu não fizer a tua alma igual à alma de cada um deles!”
Jeremias - Quando Deus lhe chamou, ELE lhe disse: “Antes que Eu te formasse no ventre, Eu te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei, e às nações te dei por profeta... E estendeu o SENHOR a mão, tocou-me na boca e disse-me o SENHOR: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca. Olha, ponho-te neste dia sobre as nações e sobre os reinos, para arrancares, e para derribares, e para destruíres, e para arruinares; e também para edificares e para plantares." (Jr 1:5, 9-10)
Quando a gente acompanha a "carreira" de Jeremias, a gente percebe que, como profeta, sua vida, foi aparentemente pouco frutífera.
As pessoas o ignoraram completamente durante vinte e três anos de pregação. Isso deixa qualquer um frustrado.
A frustração de Jeremias chegou a tal ponto que ele se queixou a Deus, dizendo: OUÇA O QUE ELE DISSE: (Jeremias 20:7-9) ''Iludiste-me, ó SENHOR, e iludido fiquei; mais forte foste do que eu e prevaleceste; sirvo de escárnio todo o dia; cada um deles zomba de mim. Porque, desde que falo, grito e clamo: Violência e destruição! Porque se tomou a palavra do SENHOR um opróbrio para mim e um ludíbrio todo o dia.
"Então, disse eu: Não me lembrarei dele e não falarei mais no seu nome; mas isso foi no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; e estou fatigado de sofrer e não posso."

Portanto meus irmãos! não se sintam derrotados quando as frustrações lhes sobrevierem.
Somos salvos, Somos servos, Mas continuamos sendo humanos.
2º DEUS NÃO VÊ AS CIRCUNSTÂNCIAS COMO AS VEMOS
Os Ninivitas eram idolatras, opressores do povo de Deus, afrontavam o povo do Senhor, violentavam as mulheres, mantiveram os judeus por décadas sob o jugo dos assírios. Jonas queria ver aquele povo no inferno!
E não acuse Jonas, porque muito provavelmente seriamos igual a ele. Talvez como o velho Presbítero indignado com os mulçumanos.
Da perspectiva de Jonas, os ninivitas mereciam o inferno, mas veja o que DEUS fala para Jonas:
• Prega para esse povo para que se convertam e não os destruirei.
IRMÃOS! Percebam o quanto Deus olha as circunstancias de perspectivas diferentes das quais olhamos.
• Muitas vezes pregamos o evangelho para alguém, mas torcendo por sua desgraça. O Profeta Jonas agiu assim. Ele dizia no seu coração: Deus! Eu vou pregar, MAS... eu quero mesmo é que esse povo pereça.
• Deus, olhando pro povo de Nínive dizendo: Eu vou destruir vocês, MAS... Se vocês se arrependerem eu os perdôo.
3º DEUS NÃO NOS ABANDONA MESMO COM NOSSA INDGNAÇÃO E ISOLAMENTO.
 O que aconteceu com Jonas depois de sua pregação e aquela multidão de convertidos?
 Ele ficou indignado e se isolou. (Cap 4:5)
 O que Deus fez? Abandonou Jonas? (cap 4:6) Foi ter com Jonas!
 O que o Profeta Elias fez depois de fazer descer fogo do céu e consumir o holocausto e os profetas de baal?
 Ficou indignado: (Se isolou) (só eu fiquei Senhor!)
 Que mais Elias fez? Foi se esconder numa caverna.
 O que Deus fez? Abandonou Elias? (1 Reis 19:11-13 e 18).Foi ter com Elias!
Deus lhe disse: Sai para fora, e põe-te neste monte perante o Senhor. E eis que passava o Senhor, como também um grande e forte vento que fendia os montes e quebrava as penhas diante do Senhor; porém o Senhor não estava no vento; e depois do vento um terremoto; também o Senhor não estava no terremoto;
E depois do terremoto um fogo; porém também o Senhor não estava no fogo; e depois do fogo uma voz mansa e delicada.
E sucedeu que, ouvindo-a Elias, envolveu o seu rosto na sua capa, e saiu para fora, e pôs-se à entrada da caverna; e eis que veio a ele uma voz, que dizia: Que fazes aqui, Elias?
Verso 18
Também deixei ficar em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou.

SABE IRMÃOS! Apesar de nossas frustrações, apesar de nosso isolamento, apesar de nosso desapontamento Deus não nos abandona.
Olha o que Deus disse: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei”. (Hb 13:5)
4º A PALAVRA DO CRENTE NUNCA DEVE SER PALAVRA DE DESTRUIÇÃO E SIM DE SALVAÇÃO
O Pensamento de Jonas era que ao pregar para aquela cidade suas palavras seriam como que uma metralhadora. Todos pereceriam, MAS... Deus mostrou ao profeta que:
 Antes de qq coisa, uma profecia objetiva, levar o povo ao arrependimento.
 Qd Jesus ia passando por Samaria, os samaritanos não queriam recebê-lo. Eles não se davam com os Judeus.
 O que os irmãos Tiago e João disseram a Jesus?(Lc 9:52-54) “E enviou mensageiros à sua frente. Indo estes, entraram num povoado samaritano para lhe fazer os preparativos; mas o povo dali não o recebeu porque se notava que ele se dirigia para Jerusalém. Ao verem isso, os discípulos Tiago e João perguntaram: "Senhor, queres que façamos cair fogo do céu para destruí-los?"
 O que Jesus fez? (Lc 9:55-56) “Voltando-se, porém, repreendeu-os, e disse: Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. E foram para outra aldeia”
QUERIDOS! Jesus nos ensina que nós, Homens e mulheres de Deus, temos que ter em nossa boca, em nosso andar, em nosso viver PALAVRAS DE SALVAÇÃO e nunca PALAVRAS DE DESTRUIÇÃO.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Bençãos que Deus promete a velhice


Fazendo um idoso feliz - Posts | Facebook


Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes” (Sl 92.14).
Há um ditado que diz: “Os que não morrerem novo, da velhice não passarão”.  Deixando a parte o tom jocoso que se esconde por trás desse ditado, não podemos deixar de considerar que o mesmo também trás uma grande e inquestionável verdade que é: Se Deus não nos chamar por meio da morte quando ainda jovens, certamente todos envelheceremos.
Envelhecer, ficar velho, tornar-se idoso, entrar na terceira idade nunca deve constituir um dissabor ou uma desgraça para os verdadeiros cristãos, pois Deus tem promessas guardadas para todos aqueles que terão esse privilégio “envelhecer”.
A velhice é um tempo especial da parte de Deus para que colhamos com alegria os frutos das sementes plantadas na juventude.
Veja alguns exemplos na Palavra de Deus:
Gn 21.1-7 - O fruto da velhice de Sara e Abraão
1º Cr 29.27,28 - O fruto da velhice do rei Davi
Sl 92.12-15 - O fruto da velhice dos justos
Is 46.4 - A velhice abençoada por Deus
Lc 2.25-30 - Na velhice, Simeão vê o cumprimento da promessa
Lc 2.36-38 - Na velhice, Ana adora a Deus pela promessa
O que é a velhice?
Fase de maturidade e transformações psicológicas e físicas que acompanham o processo da vida humana. Infelizmente, muitos idosos não gostam dessa expressão “velhice” porque eles mesmos vêem esse tempo como uma época somente de desalento, inatividade e frustração. Sentem-se inadequadas e inferiorizadas socialmente, muito por causa do preconceito existente em nossa sociedade até o dia de hoje.
A Bíblia, ao contrário do mundo, ensina que os justos na “velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes” (Sl 92.14).
Bênçãos de Deus para a Velhice
Benção da Maturidade - A primeira grande bênção da velhice é a maturidade, principalmente quando se floresce na Casa do Senhor (Sl 92.13,14). Temos aqui uma figura de linguagem que dá a dimensão exata do que isso representa:  
O cedro. O cedro fala de firmeza e robustez. Os que envelhecem seguindo os princípios ditados por Deus são como o cedro; têm raízes profundas, que suportam os ventos da tempestade, são longevos, robustos e de presença acolhedora. É verdade que, como exceção à regra, alguns idosos não amadurecem, por não saberem aplicar os princípios de vida tão claros nas Escrituras. Os princípios de vida ensinados na Bíblia levam à maturidade, à prudência e a sabedoria. Como diz a Bíblia, a maturidade com o seu modo de ser e de agir não cabe na infância, mas na vida daqueles que já são experimentados (1ª Co 13.11; Hb 5.13,14).
Benção da Colheita - A velhice é, também, um tempo de colheita. Esse fato decorre daquilo que semeou no passado, implica que a semente plantada cumpra, pelo menos, três fases distintas: brotar, crescer e frutificar. A terceira idade é a época em que os frutos são colhidos como resultado daquilo que se plantou na infância, na juventude e nos primeiros ciclos da vida adulta (Ec 12.1).
Benção de compartilhar – A benção da terceira idade ou velhice não se restringe em só colher, mas também em compartilhar. Somente quem experimenta a velhice tem e pode compartilhar. Não é bom guardar em nossos celeiros, aquilo que Deus amorosamente nos concedeu durante toda a nossa vida. A menção aos frutos, no Pentateuco, sempre traz implícita essa idéia (Dt 26.1-11 cf. 16.11). O que Deus pôs em nossas mãos, como fruto da nossa colheita, é para também abençoar àqueles que nos cercam e, sobretudo, contribuir com a expansão do seu Reino na Terra.
A velhice é um período de maturidade, colheita e compartilhamento, mas também de renovo espiritual.
Tempo de renovar a comunhão com Deus - Na terceira idade ou velhice é, ainda, um tempo de renovar a comunhão íntima com Deus. O texto de Isaías 40:29-31 fala que até os jovens se cansam. Significa dizer que não somente os idosos se cansam. Os jovens se cansam por viver uma época de bastante ativismo, nem sempre com bons resultados. Mas os que esperam firmemente no Senhor há uma promessa de renovação espiritual e de alçar vôos como os da águia, mesmo na velhice, sem cansaço, nem fadiga (v.31). A Bíblia deixa claro que devemos em todos os momentos aprofundar esse relacionamento, com a provisão do Espírito Santo, fundamentados na fé em Cristo e na Palavra de Deus. A velhice enseja essa oportunidade, pois nessa faixa etária as pessoas geralmente dispõem de mais tempo diário para a oração e à leitura da Bíblia. Vale lembrar, inclusive, que a nossa boa saúde espiritual contribui diretamente para a saúde física.
Tempo de renovar o senso do bom serviço cristão - Outra área que traz renovação espiritual no tempo da velhice é a do serviço cristão.  Na igreja de Jesus há inúmeras áreas apropriadas para as pessoas da terceira idade servirem. É evidente que não correrão como as pessoas mais jovens, não terão o mesmo ativismo, mas terão o conhecimento e experiência necessárias para realizarem certas atividades que requerem à maturidade que só os idosos possuem. A igreja de Deus necessita da energia dos jovens, mas não pode jamais abrir mão da experiência dos idosos. Lembremo-nos de que devemos cumprir todo o propósito dado por Deus à nossa existência até que ele nos chame ao lar celestial (Ec 9.10; Is 46.4; At 20.24).
Tempo de cuidar da herança
Herança do exemplo - A velhice queiramos ou não, traz também a perspectiva sobre que tipo de herança será deixada para as próximas gerações. Acima de qualquer bem material, uma das maiores heranças será o exemplo de fé, serviço e testemunho legados aos que nos sucederem (Sl 71.5-9; Pv 13.22). Até hoje muitos personagens da história cristã são referências e modelo de vida temente a Deus, honesta, altruísta, patriótica, por serem compromissados com Deus e sua Palavra.
Herança da fé - A herança da fé é também outra grande responsabilidade dos que envelhecem. Que tipo de contribuição estaremos deixando nessa área vital de nossas relações com Deus? Que perspectivas nossos filhos e netos terão da fé ao olharem a nossa história? Como eles nos verão? Como quem sempre soube confiar em Deus e viver inteiramente para Ele, ou como incrédulos, sem nenhum legado espiritual, cristão e humano? A fé é o maior patrimônio que, os que envelhecem, pode passar às gerações vindouras.  Paulo, ao final da carreira, fez menção dela como algo zelosamente guardado no coração. Era a sua preciosa herança para os que viriam depois (2ª Tm 4.7)..
CONCLUSÃO
Abraão e Sara cumpriram o propósito de Deus na sua velhice (Gn 22.1,2),
Moisés começou a liderar o povo de Israel com a idade de 80 anos (Dt 29.5; At 7.23,30,36) e
Davi, o grande rei de Israel, morreu em boa velhice, “tendo desfrutado vida longa, riqueza e glória” (1º Cr 29.27,28 - NVI).
Igualmente, quero me dirigir a você que envelheceu ou está envelhecendo e dizer que, você e eu, se nos submetermos e permanecermos nos princípios da Palavra de Deus podemos desfrutar de uma velhice feliz e igualmente viver em segurança em um mundo inseguro.
Portanto não se atemorize por ser, idoso, terceira idade, melhor idade ou velho. Não importa qual o adjetivo usado para descrevê-lo. Envelhecer é uma Benção!!
MdC

segunda-feira, 23 de março de 2020

O que a bíblia diz sobre Pandemias?


Vários surtos de doenças, como o Ebola ou o coronavírus, têm nos conduzido a seguinte pergunta: Por que Deus permite essas doenças e se são um sinal do fim dos tempos?
A Bíblia, particularmente o A.T narra várias situações em que Deus trouxe pragas e doenças sobre o Seu povo e os seus inimigos com a seguinte finalidade: "para mostrar a você o meu poder" (Êx 9:14,16). O Sr. usou pragas no Egito para forçar Faraó a libertar os israelitas da escravidão, ao mesmo tempo poupando o Seu povo de ser afetado por elas (Êx 12:13;15:26), indicando que sempre teve no controle de tudo e de todos.
Deus sempre alertou os Seus sobre as consequências da desobediência, as quais incluíram pragas (Lv 26:21, 25). Em dois momentos da história, Deus destruiu 14.700 pessoas e 24.000 pessoas por vários atos de desobediência (Nm 16:49 e 25:9). Após dar a Lei de Moisés, ELE ordenou o povo a obedece-lo ou haveria de sofrer muitos males como resultado da desobediência, incluindo algo que se parecia com o Ebola: Veja: “O Senhor os ferirá com fraqueza, febre e inflamação… e isto os perseguirá até que vocês pereçam” (Dt 28:22). Eis apenas alguns exemplos de muitas pragas e doenças que Deus causou ou permitiu.
É difícil imaginar um Deus (NOSSO DEUS) amoroso e misericordioso demonstrando tanta ira em relação ao Seu povo. Mas os castigos de Deus sempre objetivaram o arrependimento e a restauração. Em (2° Cr 7:13–14), Deus disse a Salomão: “Se eu fechar o céu de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo, se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, me buscar e se converter dos seus maus caminhos, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” Vemos Deus usando o desastre para atrair o Seu povo para Si, a fim de levá-los ao arrependimento e ao desejo de vir a Ele.
No N.T, Jesus curou “todo tipo de doenças e enfermidades”, como pôs fim a pragas, nos lugares por onde andou (Mt 9:35;10:1; Mc 3:10). Assim como Deus escolheu usar pragas e doenças para mostrar o Seu poder aos israelitas, o Sr Jesus curou como demonstração do seu poder para comprovar que era verdadeiramente o Filho de Deus.
Ele deu a mesma autoridade e poder aos discípulos para autenticar o ministério deles (Lc 9:1). Hoje ainda Deus permite doenças para os Seus próprios propósitos, mas, às vezes, as doenças, até mesmo as pandemias, são simplesmente o resultado de vivermos em um mundo caído. Não há como determinar se uma pandemia tem ou não uma causa espiritual específica, mas sabemos que Deus tem controle soberano sobre todas as coisas (Rm 11:36) e as usa para o bem daqueles que O conhecem e o amam (Rm 8:28).
A proliferação de doenças como o Ebola e o corona vírus é apenas um prenúncio do que farão parte do fim dos tempos. Jesus Se referiu a futuras pragas associadas aos últimos dias (Lc 21:11). O aparecimento de pandemias pode ou não estar ligados ao princípio do fim e também pode ser simplesmente o resultado de vivermos em um mundo caído. Como ninguém sabe a hora da volta de Jesus, devemos ter cuidado ao dizer que as pandemias são uma prova de que estamos vivendo no fim dos tempos.
O aparecimento de novas doenças também são um alerta para os que ainda não aceitaram Jesus Cristo como Salvador. As doenças, epidemias e pandemias deve ser um lembrete de que a vida nesta terra é efêmera e pode ser perdida a qualquer momento. Por pior que sejam as pandemias, o inferno será pior. O verdadeiro crente, tem a certeza da salvação e a esperança da eternidade por causa do sangue de Cristo derramado na cruz por nós (Is 53:5; II Co 5:21; Hb 9:28).
Como então como crentes devemos responder ao aparecimento de pandemias?
I. Não entremos em pânico. LEMBREMOS: Deus está no controle. A Bíblia repete a expressão "não temas" mais de 300 vezes. II. Sejamos sábios. Tomemos medidas sensatas para evitarmos a exposição à doenças e para protegermos o nosso semelhante.
III. Procuremos oportunidades para servir a Deus. Por vezes, quando as pessoas têm medo de perder suas vidas, elas estão mais dispostas a ter conversas sobre a eternidade. IV. Sejamos compassivos ao compartilharmos o Evangelho, falando a verdade em amor (Ef 4:15).
QUE DEUS NOS AJUDE!
Adaptado por Roney Miguel.