sábado, 23 de maio de 2015

Pregadores e Pregações Parte XI

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COMO ENTREGAR UMA MENSAGEM

I- Bons hábitos na pregação - A pregação não é apenas o sermão é também o pregador. Alguns maus hábitos podem comprometer o sermão.
O pregador deve tomar cuidado para evitar tais costumes e maneiras.
1* Postura ereta não se deite sobre o púlpito.
2* Cuidado com a aparência - 0 uso de óculos escuros em recintos fechados e à noite não é recomendável. Pregador descabelado, barbas por fazer, ou mal aparadas (se for o caso). Colarinho virado, sapatos enlameados, meios coloridas, tênis, etc.
3* Cultive o idioma - A pregação é comunicação oral. Conheça pelo menos o básico de seu idioma (sua ferramenta).
4* Cuidado com os regionalismos - "Butão", "mucidade”, "cruis de Jesuis” "dolze", "irrael" etc**
5* Use seu próprio estilo - seja você mesmo.  Não copie Não há nada mais antipático do que ouvir um imitador numa hora que não seja programa de humor.
6 * Fale toda a palavra - Não engula os "r" e os "s"* Não engula as sílabas :finais. Evite as supressões: ’’eles tão” ao invés de "eles estão” *
7* Aprenda a ler - Não há melhor oportunidade de se praticar a boa leitura, do que lendo a Bíblia, pratique a pontuação correta, de entonação, viva os diálogos do texto.
8º Fale às pessoas - Olhe para elas. Paredes, bancos, teto, chão, botões da camisa não se convertem nem aprendem. Evite olhar apenas para uma pessoa, olhe a todos de um modo geral.
9º Fale com o corpo - Use expressões faciais condizente, evite "cara de mau” * Use ambas as mãos. Evite o dedo indicador apontando para a ouvinte.
10º Module a voz - Deve ser de acordo com o ambiente. “Não é o grito* é a consistência da voz e a convicção.
11* Evite os vícios de linguagem como por exemplo: ”né", "então", "É interessante notar” etc.


MdC

Pregadores e Pregações Parte X

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O ASSUNTO E O TÍTULO DO SERMÃO

ILUSTRAÇÕES

Ilustrar é lançar luz sobre um assunto ou idéia. Ás ilustrações são imagens mentais que fortalecem a verdade apresentada. Deve ser como janelas nas casas: lançar luz sobre idéias não muito claras. Os grandes pregadores sempre foram bons no uso de ilustrações.
 - Necessidade
a) É um meio pedagógico eficiente. Os meios audiovisuais usam quadros. Nós usamos palavras.
b) Auxilia a memória o ouvinte lembra mais das ilustrações do que das argumentações. Certo pregador pediu que seus ouvintes escrevessem do que se lembravam do sermão que ouvira. Um ou dois apenas se lembrara, o restante lembraram-se da historia final.
c) foi o método usado por Jesus para ensinar. A projeção da parábola do filho pródigo.
d) Ajudam a convencer
e) Despertam reação emotiva. Ha historia que comovem. Mas devemos EVITAR A APELAÇÃO.
CONCLUSÃO DO SERMÃO
A introdução é de grande importância, porque é ela quem salva o sermão, e aonde se chega a uma decisão. Muitas vezes o auditório vê o sermão se esfumaçar no fim.
1* Cuidados a Tomar -
a) Prepare-a. Não negligencie. Esboço visto! ”Conclusão o que pintar na mente na hora”. Desastre a vista. O que pode se esperar do pregador preguiçoso?
b) Não seja banal. Evite a pobreza mental e fuja do medo de levar os ouvintes a uma decisão. Ex: Que possamos ser crentes melhores e não ”Deus vai abençoar você para que seja um crente melhor”.
c) Não engane os ouvintes, nem seja mentiroso dizendo e Concluindo, ou ”para concluir” e continua falando mais meia hora* "CONCLÜA";
d) Evite a conclusão do afogado ”batendo no ar” para todos os lados
e) O Tempo: não mais de 10% do tempo do sermão.
f) Não acrescente material novo, idéias diferentes.
g) Não peça desculpas, é ruim no início, pior no fim.
h) Não conte piadas, é o momento mais sério do sermão.
i) Cuidado com gestos que distraem: Olhar o relógio, fechar a Bíblia, recolher o esboço, falar enquanto folheia o hinário buscando o hino a ser cantado, etc.
j) Varie as conclusões. Evite monotonia
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MdC

sábado, 2 de maio de 2015

“Todos os Cristãos São dignos dos céus, mas não são todos os Cristãos que são dignos de permanecerem na Terra”

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Recentemente estudando a palavra de Deus em meus devocionais, me deparei num de tantos comentários bíblicos, com a frase, que dou como título ao artigo que agora escrevo Num primeiro momento a frase causa-nos um pouco de espanto, mas quando nos aprofundamos no estudo da palavra e no contexto em que o autor da frase a aplica, podemos ter também a mesma conclusão que o erudito que a criou.
Deus por graça e misericórdia, salva a todo pecador que se achega a Ele, reconhecendo seu estado de pecado e perdição e o confessando como seu Senhor e Salvador Soberano (Rm 10:9) “A saber, se com tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos serás salvo”, (Jo 5:24) “Na verdade na verdade vos digo que: Quem ouve a minha palavra e crê Naquele que me enviou TEM a vida eterna, NÃO ENTRA EM CONDENAÇÃO, mas passou da morte para a vida”.
Essa salvação que o pecador arrependido adquire, ele só a tem, porque Deus em graça (favor imerecido) deu o seu único filho, JESUS para morrer em seu lugar (Jo 3:16).
Concluímos, portanto que: Em razão da graça salvadora de Deus e unicamente por meio dos feitos de Cristo Jesus na cruz do calvário, (Ef 2:8-9) todo crente é digno dos céus. ESSA É UMA VERDADE INQUESTIONAVEL! O mérito de tornar um Cristão digno dos céus e totalmente de Jesus e nunca nosso.
Analisando a segunda parte da frase, aprendemos também que mesmo todo crente, por mérito de Jesus, ser digno dos céus, não são todos os crentes que são dignos de continuar aqui na esfera terrena.
EXPLICANDO: João escrevendo uma de suas epístolas afirma em (I Jo 5:16) que “... Há pecado para morte, e por esse não digo que ore”.
A melhor interpretação para esse verso pode ser encontrada ao comparar o que aconteceu em (Atos 5:1-10) e também (I Cor 11:30). O “pecado para a morte” é proposital, deliberado, contínuo e que não expressa arrependimento. Ananias e safira pecaram deliberadamente sem arrependimento. Os cristãos da Igreja de Corinto pecavam deliberadamente ao participarem indignamente da ceia do Senhor. Paulo chega afirmar que por aquela razão, havia na igreja, muitos fracos e doentes e não poucos os que já haviam dormido (morrido). Paulo também descreveu um acontecimento na igreja de Corinto em (I Co 5:1-5) que era o caso de um homem estar vivendo uma relação incestuosa com a esposa do seu pai, e que por não demonstrar arrependimento e abandono do referido pecado, rogou para que o corpo fosse entregue a satanás para destruição, e que o espírito fosse salvo no dia do Senhor.
Portanto entendemos o fato de que não são todos os crentes que são dignos de continuar na terra, devido à prática do pecado proposital e deliberado, sem arrependimento e abandono do mesmo.
Existem Crentes que um dia foram alcançados pela graça e méritos de Jesus por ter crido Nele e o aceitado como Salvador, mas que infelizmente por não se resguardarem do pecado, começam a dar um péssimo testemunho a ponto de Deus não mais os verem dignos de continuar na esfera terrena. Serão salvos, todavia como que através do fogo.
Que o Eterno nos ajude, cada dia de nossas vidas, a montar sentinelas em nossas vidas, afim de não sermos achados, dignos dos céus e indignos de continuar testemunhado Dele aqui na terra.
A Deus somente seja toda a glória.
MdC



quinta-feira, 16 de abril de 2015

Pregadores e pregações Parte IX

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O ASSUNTO E O TÍTULO DO SERMÃO

INTRODUÇÃO
Tudo neste mundo tem uma introdução: entrada, pórtico em casa, peça musical, o prefácio de um livro etc.
Objetivos da Introdução
1. Prepara o ouvinte para receber a mensagem. Os ouvintes estão frios e despreparados. Despertar a atenção do ouvinte para o assunto.
2. Prepara o ouvinte para entender o assunto e o propósito do ser­mão. "A introdução introduz" o assunto do sermão*
Orientação pratica -
1* Ao iniciar, não peça desculpas, senão excepcionalmente *
2. Não procure ser engraçado.
3. Não "rasgue seda” agradecimentos e salamaleques à parte*
4. Não comece com tom muito forte,
5. Não comece sempre da mesma forma. Gaste tempo no preparo de uma boa introdução* Seja caprichoso** Fuja das frases feitas. Evite es­tudar para o sermão já no templo.
6. Seja breve ao referir-se ”ao prazer de estar aqui”.
7. Evite introduções "tamanho único” (serve para qualquer sermão),
8. Cuide bem das primeiras frases. Ou se ganha ou se perde a atenção aqui.
9. Concluída sua introdução, mencione claramente o tema e o propósito do sermão,
 AS DIVISÕES DO SERMÃO
1. Ás vantagens das Divisões;
a)              A divisão do tema assegura a unidade do sermão. As idéias são colocadas em ordem, Um bom tema pode ter varias ideias.
b)              Assegura a clareza da discussão.
Compreende-se melhor uma ideia que pode ser analisada por partes. Auxilia o próprio pregador,
c)              Auxilia na progressão do assunto, Permite-se ir do argumento inicial ao clímax.
d)              Mantém o interesse dos ouvintes e auxilia na memorização, Perguntas como exemplo? Que, quem, como, quando, onde, por que?

“Nossas ordens de marcha” Ex 14*15
I- For que devemos marchar adiante?
II- Como devemos proceder na nossa marcha?
III- 0 que nos espera em nossa marcha?
ILUSTRAÇÕES
Ilustrar é lançar luz sobre um assunto ou ideia. Ás ilustrações; são imagens mentais que fortalecem a verdade apresentada. Deve ser como janelas nas casas: lançar luz sobre idéias não muito claras. Os grandes pregadores sempre foram bons no uso de ilustrações.
I - Necessidade das ilustrações –
a) É um meio pedagógico eficiente. Os meios audiovisuais usam data show, quadros etc. Nós muitas vezes usamos palavras.
b) Auxiliam a memória. O ouvinte lembra mais das ilustrações do que das argumentações. Certo pregador pediu que seus ouvintes es­crevessem do que se lembravam do sermão que ouvira. Um ou dois apenas se lembrara. O restante lembrou-se da historia final.
c) Foi o método usado por Jesus para ensinar. A projeção da parábola do filho pródigo.
d) Ajudam a convencer
e) Despertam reação emotiva. Há historias que comovem. Mas devemos EVITAR A “APELAÇÃO”.
CONCLUSÃO DO SERMÃO
A conclusão é de grande importância, porque é ela quem salva o sermão. É onde se chega a uma decisão. Muitas vezes o auditório o sermão se esfumaçar no fim.
1.     Cuidados a Tomar
a)           Prepare-a - Não negligencie. Esboço visto! Se a conclusão for o que pintar na mente na hora, Desastre a vista. O que pode se esperar do pregador preguiçoso?
b)          Não seja banal. Evite a pobreza mental e fuja do medo de levar os ouvintes a uma decisão. Ex: Que possamos ser crentes melhores e não ”Deus vai abençoar você para que seja um crente melhor”.
c)          Não engane os ouvintes. nem seja mentiroso dizendo: E Concluindo, ou ”para concluir” e continua falando mais meia hora. "CONCLUA"
d)          Evite a conclusão do afogado ”batendo no ar” para todos os lados.
e)          Tempo: Não mais de 10% do tempo do sermão.
f)           Não acrescente material novo.
g)          Não peça desculpas. É ruim no início, pior no fim.
h)           Não conte piadas. É o momento mais sério do sermão.
i)            Cuidado com gestos que distraem: Como olhar o relógio, fechar a Bíblia, recolher o esboço, falar enquanto folheia o hinário buscando o hino a ser cantado, etc.
j)           Varie as conclusões: Evite a monotonia.
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MdC


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Pregadores e Pregações Parte VIII

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O ASSUNTO E O TÍTULO DO SERMÃO
I - Fontes para o assunto do Sermão
1. As Escrituras - Durante o estudo pessoal ou o assunto devocional. Textos procurados para servir de base a assuntos previamente escolhidos.
2. A experiência do povo e do pregador.  Problemas humanos concretos, Conhecer pela observação, pelo contato com os crentes, pela visitação, A própria experiência do pregador (conhecer o povo por conhecer a si mesmo). Ha crises espirituais e preocupações do pre¬gador, a necessidades que o pregador sente serem as mesmas neces¬sidades do povo.
3. O calendário da igreja, do país
4. O momento histórico - Fatos relacionados aos acontecimentos do mundo, O sermão ”Anistia, ampla, geral e irrestrita” Rom 5:1.  “Em quem votar” Js 24:15. ”A eleição do rei” Dt 17:14-20
5. Inspiração momentânea - Tendo sempre o cuidado com a levian¬dade.
II - O Título do sermão  É o nome do sermão,
É o sermão condensado num título, numa expressão:
1. A necessidade de um título 
a) auxilia o pensamento do pregador na preparação do sermão.
b) auxilia a congregação a entender o que o pregador quer dizer. Obs.: É bom que o povo (ouvintes) saiba por onde vai andar.
2. Como formular o título? - Quais métodos podem ser usados para conseguir um título agradável?
a) usando o sistema de palavras chave. Üma palavra chave deve aparecer:
Exemplo: ”O poder do evangelho” Rom 1:16
1º O evangelho é um poder divino
2º O evangelho e um poder salvador
3º O evangelho e um poder universal
III - O TEXTO DO SERMÃO
Definição; Texto é a passagem bíblica que servira de base para o sermão.
1º Necessidades e vantagens do uso de um texto
a)    Está de acordo com a natureza da pregação: ensinar a palavra é vantajoso para o povo: ouvir a palavra
b)    Da autoridade ao pregador: vai falar da Bíblia
c)    Valoriza o pregador: a conhecedor da Bíblia
d) Auxilia na variação de assuntos; A Bíblia é a garantia de estoque inesgotável de assuntos.
e) Auxilia na determinação da estrutura do sermão f) leva o ouvinte a crescer no conhecimento da Bíblia.


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MdC


terça-feira, 7 de abril de 2015

Pregadores e Pregações Parte VII



CLASSIFICAÇÃO DOS SERMÓES QUANTO A ESTRUTURA

Dando prosseguimento ao tema proposto já há vários dias que é “Pregadores e Pregações” trataremos nessa oportunidade sobre o tema em epigrafe.
Geralmente, os sermões pertencem a uma destas três categorias Tópicos (ou temáticos), textuais, expositivos.
Sermão Tópico ou Temático - trata de um tópico e não de um texto bíblico em particular. As divisões se derivam do tópico ou tema. Bxemplo: “É bom perdoar Efésios 4:32
As divisões poderão ficar assim:
1ª Para o ofendido
2ª Para o ofensor
3ª Para a sociedade, 
Ou poderia também ser assim:
1ª Para a família
2ª Para a igreja
3ª Para a sociedade
Sermão Textual
Trata do desenvolvimento de um texto bíblico, um ou dois versículos. As divisões se derivam do texto.
Exemplos: “As graças permanentes I Cor 13:13
1ª A fé
2ª A esperança
3ª 0 amor
Sermão Expositivo
Trata do desenvolvimento de um texto bíblico, geralmente longo. As divisões se derivam do texto,
Exemplo: ”A igreja com que Cristo Sonhou” I Ped 2;1-10
1ª A igreja com que Cristo sonhou rompeu com o pecado V 10
2ª A igreja com que Cristo sonhou anseia por crescimento versos  2-3
3ª A igreja com que Cristo sonhou anuncia as grandezas
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MdC


quinta-feira, 19 de março de 2015

Babilônia - Para Refletir!

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“Sede Santos porque Eu sou Santo” 1ª Pd 1:16
“Abstende vos de toda a  aparência do mal” 1ª Ts 5:22
Estive pensando um pouco sobre o frenesi que os “evangélicos” estão vivendo, frente ao anúncio da novela global intitulada “babilônia”. Já li inúmeros comentários de crentes sobre a tal novela nas redes sociais. Agora o que me causa estranheza é como crentes estão apavorados e assustados com o anuncio daquilo que será o tema central de babilônia, um romance entre duas mulheres idosas que se assumem lésbicas, tendo esquecido ao longo das épocas de fazer as mesmas considerações sobre o que assistiram ao longo dos anos.
Fazendo um breve retrospecto sobre os temas da maioria das novelas globais chego à conclusão que não há diferença daquilo que se anuncia como proposta para a tal novela, para as demais novelas outrora apresentada por essa emissora de televisão. Vejamos:
Tiêta – 1989 Sinopse
A trama começa quando Tieta é escorraçada da cidade pelo pai, por causa do seu comportamento libertino. Vinte e cinco anos depois, Tieta reaparece, rica e exuberante, DECIDIDA A SE VINGAR DA FAMILIA. TIETA SE ENVOLVE NUM CASO AMOROSO COM O SEU SOBRINHO. Imaculada é uma das "rolinhas" do prefeito Artur da Tapitanga, que oferece para ela abrigo, alfabetização e comida, EM TROCA DE FAVORES SEXUAIS.
Pedra sobre Pedra – 1992 Sinopse - A pequena cidade de Resplendor, localizada no sertão nordestino, era o palco das disputas políticas entre os Pontes e os Batista. Num DESEJO DE VINGANÇA, Pilar se casa com Jerônimo, inimigo de Murilo, enquanto este se casa com Hilda, uma jovem que sempre o amara.
Vinte e cinco anos se passam, Murilo está de volta a Resplendor e reencontra Pilar querendo fazer de sua filha, Marina, a prefeita da cidade, destino que ele reservara para seu filho, Leonardo. Mas os Pontes e os Batista terão na briga pelo comando de Resplendor um adversário perigoso: Cândido Alegria, UM HOMEM QUE ENRIQUECEU ROUBANDO E MATANDO o amigo português Benvindo Soares, e que nutre uma paixão por Pilar Batista. Mas Resplendor tem outros mistérios. A cidade recebe a visita do enigmático fotógrafo JORGE TADEU QUE SE OCUPA EM SEDUZIR  E FOTOGRAFAR AS MULHERES CASADAS DA CIDADE.
Caminho das índias – 2009 Sinopse - Na trama central, UMA PAIXÃO PROIBIDA entre dois indianos de origem muito diferentes.
Ainda no núcleo brasileiro, há a história da indiana viúva Ashima, que decidiu tentar a sorte no Brasil e abriu um bar na Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro. No mesmo bairro, também mora Abel, guarda de trânsito amigo de todos no bairro, mas exigente quanto às regras de trânsito. Abel é casado com a fogosa Norma, conhecida por todos como NORMINHA UMA MULHER CASADA, ousada QUE VIVE SE INSINUANDO PARA OS HOMENS DA REGIÃO.
Rei do Gado – 1996 Sinopse – Uma trama marcada pelo ÓDIO ENTRE DUAS FAMÍLIAS.
Bruno Mezenga, por sua vez, vive um casamento fracassado com Léia (Silvia Pfeifer), UMA ESPOSA INFIEL QUE O TRAI com Ralf (Oscar Magrini), um mau-caráter.
O Cravo e a Rosa – 2000 Sinopse - Catarina Batista (Adriana Esteves) é a MULHER MODERNA, na sociedade paulista da década de 20, QUE RECUSA O PAPEL FEMININO DE SER DONA DE CASA. Julião Petruchio (Eduardo Moscovis) é um homem cuja crença é a de que a mulher deve ser a rainha do lar. Duas pessoas tão diferentes vivem um romance contraditório. Conhecida como 'a fera' por botar todos os seus pretendentes para correr,
A minha pergunta concluindo essa reflexão sobre as novelas brasileiras é:
Para Deus, nosso criador e salvador, o que é mais pecado?
Ø Duas mulheres ou dois homens que se assumem homossexuais e se beijam frente aos seus expectadores?
Ø Uma mulher de comportamento libertino que se envolve sexualmente com seu sobrinho?
Ø Uma mulher que vive um desvairado desejo de vingança,
Ø Um fotografo que se propõe a tirar fotos de mulheres casadas, deixando-as apaixonadas por ele,
Ø Um homem que enriquece roubando e matando seu melhor amigo,
Ø Uma paixão proibida e uma mulher casada e fogosa que se insinua para todos os homens da região,
Ø Famílias que vivem nutrindo um tremendo ódio, casamentos fracassados por traição de um de seus pares,
Ø Uma mulher que em nome da modernidade se recusa a assumir o papel feminino de boa dona de casa.
Além dessas exposições, acho prudente considerar ainda o fato de que muitas vezes, em nome da moral cristã, repudiamos publicamente aquilo que consideramos pernicioso, e de fato o é, mas nos sentamos diante da TV junto com nossos filhos para assistirmos a pratica da pornografia, sexo grupal, brigas por dinheiro etc, etc como BBB e a  FAZENDA e outras bizarrices, achando tudo muito normal.
Afinal para o nosso Deus o que é mais pecado? Como Deus vê e classifica as propostas apresentadas pela TV brasileira em suas programações? Será que o ETERNO vê e classifica o pecado como nós o fazemos? Vale muito a pena refletir.
FICA A DICA!
MdC
Fonte de pesquisa:
Portal G1

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