domingo, 23 de agosto de 2015

Como o cristão deve lidar com os bens materiais

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O Senhor Jesus nos adverte para que não nos esforcemos para acumular tesouros aqui na terra “onde a traça e a ferrugem consomem”, mas que procuremos ao invés disso acumular tesouros nos céus, onde não correm esses riscos (Mateus 6:19). Deus por meio de seu servo assevera que os avarentos não herdarão o reino de Deus (1 Coríntios 6:10), não porque perdem a salvação, mas pelo fato de nunca ter tido.
Nós os cristãos somos encorajados a trabalhar para o próprio sustento (1 Tessalonicenses 4:11), e o de nossas famílias, e para que tenhamos o que repartir com o que tem necessidade (Efésios 4:28). O Senhor Jesus contou duas parábolas que nos ajudam a esclarecer de maneira correta como encarar a aquisição e a distribuição de riqueza:
1. A parábola dos talentos (Mateus 25:14-29): Independentemente da época na história em que é mais aplicável, temos aqui o princípio da recompensa aos que são fiéis, que usaram bem o que lhes fora confiado, para benefício do seu senhor ausente, e o castigo ao negligente que nada fez. Entre os variados “talentos” que um servo de Cristo pode receber, está o da prosperidade material. Como aquele servo, não devemos nos considerar como proprietários dos bens para deleite pessoal, mas como administrador ou mordomo, para benefício do Senhor.
2. A parábola do administrador astuto (Lucas 16:1-9): Nos parece, à primeira vista, que o administrador foi desonesto, e no entanto foi elogiado pelo seu senhor por ter agido com sagacidade. Explica-se que o administrador tinha autoridade para negociar, e por isso pôde legitimamente dar descontos se quisesse, e os descontos lhe renderiam a afeição dos clientes beneficiados, que o ajudariam quando se encontrasse desempregado.
Aplicando-se aos crentes no Senhor Jesus, o ensino é que o cristão deve usar os bens que lhe são confiados com sabedoria e discernimento. Ou seja, cada crente deve aplicar os bens deste mundo, que administra para o Senhor, para a disseminação do Evangelho, contribuindo para a salvação de almas que por isso lhe serão eternamente gratas.
Cada servo de Cristo é pessoalmente responsável diante dEle pela administração dos seus bens, pelo destino que dão a eles, como assegura o apóstolo Paulo em (Romanos 14:12), e “cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Coríntios 9:7). A participação na obra do Senhor é um privilégio de todos os Seus servos, e havendo prontidão é aceitável de acordo com o que cada um tem, e não de acordo com o que não tem (2 Coríntios 8:12).
Tanto quem prega, como quem cuida do rebanho e o que ensina a Palavra constituem parte integrante da disseminação do Evangelho. Literaturas, o uso do rádio, da televisão da Internet etc., são instrumentos modernos e úteis, se não essenciais, para a disseminação do evangelho e demandam recursos materiais, e o servo de Deus deve procurar a Sua direção para encaminhar suas contribuições segundo a Sua vontade. Ele próprio pode ser um evangelista, um pastor ou um mestre, que são dons espirituais, e vai usar seus recursos materiais para exercê-los.
Outro princípio dado pelo Senhor Jesus foi o de manter sigilo sobre aquilo que se oferta, para evitar ser visto pelos homens e honrado por eles (Mateus 6:1-4). Quando aceitamos o uso de um intermediário, não haverá o sigilo, que O Senhor ensina, e deveria ser guardado por quem dá e pelo beneficiado.
A honra deste mundo é muitas vezes enganosa, sendo dada a quem menos merece,
Outro princípio que nos deu o Senhor é que diante de Deus, o valor da contribuição aumenta na proporção em que representa sacrifício para quem oferece (Marcos 12:41-44). Se damos apenas daquilo que nos sobra, estaremos dando menos do que quem dá até mesmo o que precisa para o seu próprio sustento.
Nos capítulos 8 e 9 de 2 Coríntios, temos o exemplo que Paulo nos deixa de como foram feitas ofertas pelos irmãos da Macedônia aos crentes da Judéia, através das suas igrejas e dos portadores especialmente escolhidos para esse fim.
Percebe-se que o apóstolo nada impôs àqueles irmãos, mas foram eles que suplicaram insistentemente a Paulo o privilégio de participar da assistência aos santos, tendo primeiro se entregado ao Senhor (2 Coríntios 8:4-5).
Paulo termina o capítulo 9 assegurando aos irmãos em Corinto, que:
a) abundância da colheita é proporcional ao que é semeado (v. 6).
b) Deus é poderoso para que os que semeiam sempre tenham tudo o que precisam em todas as coisas para transbordar em boas obras (vs. 8 a 11)
O ministério da contribuição não só supre as necessidades do povo de Deus, mas transborda em muitas expressões de gratidão e de louvor a Deus (vs. 12 e 13).
Que o Senhor nos ajude a entender e praticar tais verdades.
MdC

O Perigo da má influência

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“Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau.” (Pv 13. 20)
 Desde sempre, as pessoas que transitam em nossas vidas, pode e tem grande capacidade de influência sobre nosso modo de ser, de agir, sobre o que dizemos, o que fazemos e como fazemos. Existe um provérbio que diz: “Diga-me com quem andas e te direi quem tu és”.   O sábio Salomão deixou-nos um ensinamento estupendo que é: “Quem anda com sábio, sábio serás”.
Ainda que nos achemos maduros espiritualmente, conhecedores das verdades bíblicas, que temos domínio próprio e a nossa própria opinião, temos que ser cautelosos quanto à convivência com determinado tipo de pessoas, ainda que estes sejam crentes, pois podem como pseudo formadores de opinião, serem “insensatas” por exercerem má influencia ou influencias que nos afastem das verdades as quais cremos.
Jesus certa feita falando aos seus discípulos disse: (Mateus 7:15)  “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”
Devemos estar sempre de sobreaviso com respeito aos falsos profetas: pessoas que nos querem convencer de que têm mensagens de Deus, para tirar vantagens da nossa credulidade.
O que o Senhor Jesus está a transmitir aos seus seguidores é uma solene advertência quanto àqueles que, até vêem trazendo o nome de cristão, se disfarçam colocando uma capa de humildade e mansidão para se parecer com os verdadeiros crentes, mas na realidade são ferozes destruidores, cujo intuito é tirar proveito dos incautos, dos instáveis e dos ingênuos que lhes dão ouvidos, afastando-os de Cristo e da Sua Palavra. Quanto a estes Jesus diz: “Acautelai...” Tende cuidado... Sejam criteriosos, cuidado com a influência deles.
Por que dessa advertência do Sr. Jesus Cristo? Porque sendo Ele Deus junto com o Pai ele tem conhecimento de tudo, todas as coisas estão debaixo do seu olhar, e Ele sabe que a tendência natural do ser humano é pender para a sua natureza carnal e pecadora. Por isso, todo cuidado é pouco. Devemos estar sim próximos destas pessoas com objetivos definidos de sermos agente influenciadores, mostrando com firmeza nossas convicções bíblicas e de forma positiva, para trazê-los a uma consciência de que não estão no caminho certo, mesmo que suas justificativas pareçam idôneas, bem intencionadas.
Por outro lado devemos nos distanciar [por completo ou em parte], de quem quer que seja, quando percebemos que estamos sendo influenciados ao invés de influenciar, mesmo que isso nos custe a perda de privilégios ou o que no jargão religioso é chamado de cargos.
“Quem anda com os sábios será sábio…” (Pv 13. 20). Devemos sempre procurar a companhia dos sábios, companhias que realmente valham a pena, que nos transmitam sabedoria e coisas boas. Essa influência positiva é imprescindível para estarmos fortalecidos espiritualmente e crescermos em todos os sentidos para o bem. Precisamos nutrir relacionamentos proveitosos com pessoas “sábias”, pois assim caminharemos na direção certa. O apóstolo Tiago nos alerta sobre o perigo do espírito faccioso. Espírito faccioso é que dão origem aos grupos partidários primando por satisfazer seus próprios interesses.  Ao tratar do assunto, Tiago aborda o problema e os nomeia como causadores de perturbação e de toda a obra perversa. Infelizmente há muitos crentes hoje que estão buscando apenas destaques e poder. Na verdade, o que eles querem é estar em evidência. O que se vê é a presença da inveja e facções. O que se vê é a instauração da estagnação, dos conflitos e as grandes dificuldades na vida do crente como individuo e também da igreja. Somente refletindo o caráter de Cristo e primando pelos valores do Reino, é que o crente, como membro do corpo, e a igreja como o corpo vencerá todas essas barreiras.
“… mas o companheiro dos insensatos se tornará mau.” (Pv 13. 20). Se as nossas principais amizades, aquelas com que passamos mais tempo são as que temos com pessoas “insensatas” precisamos tomar muito cuidado, pois em breve tempo nos tornaremos como uma delas. Salomão nos dá um alerta importante, que deve ser ponderado para que caminhemos na direção correta. Pondere suas amizades! Você está influenciando mais ou sendo mais influenciado?
A Deus somente seja toda a glória.

MdC

domingo, 14 de junho de 2015

O Crente e as festas juninas

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Pensando no ensino da palavra de Deus, os verdadeiros crentes não celebram, homenageiam, louvam, cultuam, exaltam ou adoram seus conservos (Cl 4.7), mas unicamente a Deus. Nem mesmo anjos merecem esse tipo de veneração (Ap 19.10; Ap 22.9). A festa junina é celebrada por católicos romanos e não por crentes verdadeiros. É cultura? Sim, porém, romanizada. A mistura, o sincretismo religioso além de perigoso é danoso.
Celebradas em várias partes, a festa junina aparentemente pagã, foi cristianizada na Idade Média aplicada a Santo Antonio, São Pedro e São João. Uma festa litúrgica também chamada “Solenidade dos Santos Pedro e Paulo e  Antônio.
A veneração de santos é parte fundamental da teologia católica romana. O crente, em tese, não venera ou cultua santos. O crente sincero, pelo contrário, foge da idolatria disfarçada de homenagem. Esforça-se por cumprir os mandamentos de Deus em Ex 20.3-5: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem”.
A festa junina é uma festa que remete a teologia romana dos santos. Crentes enaltecem Cristo como o único salvador e mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5). Como ensinou o Sr. Jesus em (Lc 4.8), “Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto”.
Um dos ditos homenageado nas festas juninas, o apóstolo Paulo, fazendo menção à mistura entre os crentes da igreja de Corinto e as festas pagãs celebradas a outros ídolos, ensinou: “Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (I Co 10.19-22).
O secularismo tem sido responsável pela minimização da não-participação de crentes nesse “lazer” ou os ditos “arraiais gospel”. Se for lazer, é totalmente deslouvado pela teologia romana. Se for “estratégia” para a disseminação do evangelho é incoerente com os preceitos escrituristico. .

O crente sincero tem o dever de orientar os filhos sobre o significado da chamada festa junina. Como crentes, devemos ensinar e não permitir a participação desta festa cultural, porém romana. É verdade que as festas juninas hoje em dia não dão tanta ênfase à veneração aos santos como nos tempos primórdios, mas não podemos negar que é uma festa, cuja primeira finalidade, é a veneração dos santos. Todo crente sincero deve fugir desses tipos de festividades.
O crente verdadeiro precisa ser associados aos valores bíblicos eternos e não a festas romanas.
Pipoca, pé-de-moleque, bolos de fubá, quebra-queixo, canções, canjicão e outros símbolos foram incorporados a festa romana, mas, em si, não são pecado. São resultado da obra criativa de Deus em nós. Portanto devem ser recebidos com ações de graças (I Tm 4.3-4). É importante, quando gostam, participar dessas coisas fora do ambiente e da época junina.
Que o bom Deus ajude a cada um de nós a termos a compreensão bíblica  exata dessas coisas, para que a glória seja dada unicamente a quem de direito.
MdC

   

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Deus ou Organizações Tabajara?


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LUCAS 24:13-27
TALVEZ O DILETO LEITOR AO DEPARAR-SE COM O TÍTULO, SE ASSUSTE OU ATÉ MESMO O CONSIDERE IRRELEVANTE PARA DESCREVER A REFLEXÃO BIBLICA A QUE PROPOMOS.
CONSIDERAMOS IMPORTANTE ESCLARECER QUE O TÍTULO É DE FATO PROPOSITAL E ATÉ MESMO SUGESTIVO, POIS VISA LEVAR-NOS A PENSAR NO MODO COMO ENCARAMOS  OU VEMOS O SOBERANO, CRIADOR E SUSTENTADOR DE TODAS AS COISAS.
NO TEMPO EM QUE O SALVADOR ANDOU AQUI NA TERRA NÃO ERA DIFERENTE DE NOSSOS DIAS, TALVEZ HOJE, VIVEMOS ATÉ PIORES DIAS EM RELAÇÃO AO MODO COMO VEMOS DEUS DO QUE OS CONTEPORANEOS DE JESUS.
NESTE MOMENTO DAS SAGRADAS LETRAS, JESUS JÁ HAVIA RESSUSCITADO E APARECIDO ÀS MULHERES.
ALCANÇA ENTÃO  DOIS HOMENS, QUE CONVERSAVAM SOBRE TUDO QUE HAVIA ACONTECIDO ENVOLVENDO O SALVADOR ENQUANTO CAMINHAVAM PELA ESTRADA.
JESUS LHES PERGUNTA SOBRE O QUE FALAVAM, E ELES IMPEDIDOS DIVINAMENTE DE RECONHECÊ-LO, DIRIGEM-SE A ELE COMO A UM ESTRANHO.
ENTÃO COMEÇAM SITUAÇÕES, POSTURAS BEM INTERESSANTES QUE VEJO FREQUENTEMENTE EM NOSSOS DIAS. QUANTAS VEZES TEMOS A POSTURA DE CLEOPAS, QUE É A DE QUESTIONAR ATITUDES, DÚVIDAS DE PESSOAS QUE NÃO CONHEÇEMOS? QUANTAS VEZES NÃO SOMOS TRATADOS COMO UM DESORIENTADO, DESATUALIZADO, DESINFORMADO?
JESUS AQUI NOS MOSTRA COMO DEVEMOS NOS POSICIONAR, POIS ELE SENDO O PROTAGONISTA DE TODOS OS ACONTECIMENTOS E ALÉM DISSO O PRÓPRIO DEUS, PERGUNTA: “QUAIS..”. E DE FORMA QUASE INCOMPREENSÍVEL, SOMENTE MEDIANTE A FÉ, PODEMOS VÊ-LO, PIEDOSAMENTE, OUVIR TUDO QUE JÁ SABIA E JÁ SABE. MAS ESTE ERA SEU OBJETIVO: QUE ELES OUVISSEM A SI MESMOS COMO HAVIAM COMPREENDIDO TUDO QUE CRISTO HAVIA REALIZADO E SOFRIDO. E VEMOS COMO A COMPREENSÃO HUMANA É ERRADA, DETURPADA, POIS ASSIM COMO AQUELES HOMENS ESPERAVAM QUE JESUS RESOLVERIA A SITUAÇÃO DE FORMA IMEDIATA, RESTRITA ÀQUELE TEMPO DE ESCRAVIDÃO, HUMILHAÇÃO E SOFRIMENTO DO POVO JUDEU, ESPERAMOS QUE DEUS RESOLVA TODOS OS NOSSOS PROBLEMAS AQUI NESTE MUNDO. NÃO ESPERAMOS DORES, SOFRIMENTOS, SOMENTE BÊNÇÃOS E MAIS BÊNÇÃOS, SATISFAZENDO OS NOSSOS DESEJOS, VENDO DEUS COMO UM GÊNIO DA LAMPADA. OU SEJA: O VEMOS COMO A ESPÉCIE DE UMA “ORGANIZAÇÕES TABAJARA”. ELE, DEUS, NUM CLIQUE TUDO RESOLVE DE ACORDO COM A NOSSA CONVENIÊNCIA.
ESQUECEMOS QUE A PROMESSA DE NOSSO DEUS É PARA A ETERNIDADE, E ACONTECERÁ NO PORVIR, NO SEU TEMPO, E TUDO QUE PASSARMOS AQUI É PARA NOSSO CRESCIMENTO, SANTIFICAÇÃO E GLÓRIA AO REI DOS REIS.
AQUI PODEMOS TER BÊNÇÃOS, MAS  QUE  TERÍAMOS AFLIÇÕES, SENDO VERDADEIRAMENTE CRISTÃOS E CUMPRINDO O QUE NOS É COMISSIONADO.
APÓS OUVIR TODO O RELATO, O MESSIAS MOSTRA O ERRO DAQUELES HOMENS E QUE SE REPETE EM NOSSOS DIAS: NÃO VALORIZAMOS AS ESCRITURAS, VALORIZAMOS SIM O QUE A NOSSO VER É SOBRENATURAL, EXTRA SENSORIAL.
ATUALMENTE, TAL FALA É AINDA MAIS PERTINENTE POIS TEMOS UM ACESSO INCRÍVEL À PALAVRA DE DEUS E AINDA DESVALORIZAMOS, DUVIDAMOS, PERVERTEMOS E ASSIM PERSISTIMOS NÉSCIOS E TARDOS DE CORAÇÃO.
QUE NOS LEMBREMOS QUE JESUS PROMETEU ESTAR CONOSCO SEMPRE E AINDA NOS ENVIOU O ESPÍRITO SANTO, O NOSSO CONSOLADOR.
QUE LEIAMOS, ESTUDEMOS, COMPREENDAMOS, VIVENCIEMOS E COMPARTILHEMOS AS SAGRADAS ESCRITURAS PARA O NOSSO BEM ESTAR E PRINCIPALMENTE PARA A  HONRA E GLÓRIA DO SENHOR.
A DEUS SOMENTE SEJA TODA A GLÓRIA

MdC

quarta-feira, 3 de junho de 2015

BIG BROTHER BRASIL - A Libertinagem se avizinha

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 “Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade, como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus”  I Ped 2:16 ( NVI ).
A alegria, infelizmente, durou pouco. Depois de várias notícias veiculadas nas redes sociais de que a desprezível rede globo de televisão havia anunciado o fim do inescrupuloso programa BBB, me deparei com Pedro Bial, fazendo uma chamada em horário nobre para o que eles chamam de seletiva para o BBB 2016.
Portanto, de novo, não é verdade que será o fim dessa libertinagem aberradora que todos os dias haverá de invadir lares de milhões de brasileiros levando aos olhos e ouvidos de tanta gente, uma enxurrada, diria um esgoto de cenas e informações perniciosas.
Conclamo a todos que de boa fé prezam pela existência da moral, pela prevalência dos valores éticos e cristãos dentro e fora de seus lares a refletir sobre a libertinagem que se avizinha.
Primeiro conceituando a expressão liberdade: De acordo com o dicionário liberdade é a faculdade de uma pessoa fazer ou deixar de fazer, por seu livre arbítrio, qualquer coisa; O direito de cada um decidir pelo que entende ou pelo que lhe convém.
Enquanto que libertinagem é: devassidão, licenciosidade, desregramento de costumes.
Entendemos portanto que de acordo com o que o apóstolo Pedro exorta no texto em epígrafe, todos temos o direito de viver como pessoas livres e de fato quando conhecemos a Jesus somos verdadeiramente livres (Jo 8:32).
Pedro acrescenta: “... mas de fato não usem a liberdade, como desculpa para fazerem o mal, vivam como servos de Deus.”
Usar a liberdaee para pecar é não viver como servos de Deus e sermos libertinos, é vivermos em devassidão em total desregramento.
Quando perdemos a capacidade de ver o quão pernicioso, desregrado e devasso é o Big Brother Brasil indicamos que perdemos toda a noção da verdadedeira liberdade que só se acha em Cristo e é também a institucionalização da libertinagem dentro de nossos lares.
Diz o Salmista: “Portas a dentro em minha casa, terei coração sincero”. Salmos 101:2
Conclamo a todos os sinceros em Cristo a que montem sentinelas, portas a dentro em suas casas, quando de fato a libertinagem de novo se avizinha.
A Deus somente seja toda a glória.
MdC


sábado, 23 de maio de 2015

Pregadores e Pregações Parte XI

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COMO ENTREGAR UMA MENSAGEM

I- Bons hábitos na pregação - A pregação não é apenas o sermão é também o pregador. Alguns maus hábitos podem comprometer o sermão.
O pregador deve tomar cuidado para evitar tais costumes e maneiras.
1* Postura ereta não se deite sobre o púlpito.
2* Cuidado com a aparência - 0 uso de óculos escuros em recintos fechados e à noite não é recomendável. Pregador descabelado, barbas por fazer, ou mal aparadas (se for o caso). Colarinho virado, sapatos enlameados, meios coloridas, tênis, etc.
3* Cultive o idioma - A pregação é comunicação oral. Conheça pelo menos o básico de seu idioma (sua ferramenta).
4* Cuidado com os regionalismos - "Butão", "mucidade”, "cruis de Jesuis” "dolze", "irrael" etc**
5* Use seu próprio estilo - seja você mesmo.  Não copie Não há nada mais antipático do que ouvir um imitador numa hora que não seja programa de humor.
6 * Fale toda a palavra - Não engula os "r" e os "s"* Não engula as sílabas :finais. Evite as supressões: ’’eles tão” ao invés de "eles estão” *
7* Aprenda a ler - Não há melhor oportunidade de se praticar a boa leitura, do que lendo a Bíblia, pratique a pontuação correta, de entonação, viva os diálogos do texto.
8º Fale às pessoas - Olhe para elas. Paredes, bancos, teto, chão, botões da camisa não se convertem nem aprendem. Evite olhar apenas para uma pessoa, olhe a todos de um modo geral.
9º Fale com o corpo - Use expressões faciais condizente, evite "cara de mau” * Use ambas as mãos. Evite o dedo indicador apontando para a ouvinte.
10º Module a voz - Deve ser de acordo com o ambiente. “Não é o grito* é a consistência da voz e a convicção.
11* Evite os vícios de linguagem como por exemplo: ”né", "então", "É interessante notar” etc.


MdC

Pregadores e Pregações Parte X

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O ASSUNTO E O TÍTULO DO SERMÃO

ILUSTRAÇÕES

Ilustrar é lançar luz sobre um assunto ou idéia. Ás ilustrações são imagens mentais que fortalecem a verdade apresentada. Deve ser como janelas nas casas: lançar luz sobre idéias não muito claras. Os grandes pregadores sempre foram bons no uso de ilustrações.
 - Necessidade
a) É um meio pedagógico eficiente. Os meios audiovisuais usam quadros. Nós usamos palavras.
b) Auxilia a memória o ouvinte lembra mais das ilustrações do que das argumentações. Certo pregador pediu que seus ouvintes escrevessem do que se lembravam do sermão que ouvira. Um ou dois apenas se lembrara, o restante lembraram-se da historia final.
c) foi o método usado por Jesus para ensinar. A projeção da parábola do filho pródigo.
d) Ajudam a convencer
e) Despertam reação emotiva. Ha historia que comovem. Mas devemos EVITAR A APELAÇÃO.
CONCLUSÃO DO SERMÃO
A introdução é de grande importância, porque é ela quem salva o sermão, e aonde se chega a uma decisão. Muitas vezes o auditório vê o sermão se esfumaçar no fim.
1* Cuidados a Tomar -
a) Prepare-a. Não negligencie. Esboço visto! ”Conclusão o que pintar na mente na hora”. Desastre a vista. O que pode se esperar do pregador preguiçoso?
b) Não seja banal. Evite a pobreza mental e fuja do medo de levar os ouvintes a uma decisão. Ex: Que possamos ser crentes melhores e não ”Deus vai abençoar você para que seja um crente melhor”.
c) Não engane os ouvintes, nem seja mentiroso dizendo e Concluindo, ou ”para concluir” e continua falando mais meia hora* "CONCLÜA";
d) Evite a conclusão do afogado ”batendo no ar” para todos os lados
e) O Tempo: não mais de 10% do tempo do sermão.
f) Não acrescente material novo, idéias diferentes.
g) Não peça desculpas, é ruim no início, pior no fim.
h) Não conte piadas, é o momento mais sério do sermão.
i) Cuidado com gestos que distraem: Olhar o relógio, fechar a Bíblia, recolher o esboço, falar enquanto folheia o hinário buscando o hino a ser cantado, etc.
j) Varie as conclusões. Evite monotonia
A continuar...
MdC