sexta-feira, 4 de julho de 2014

ANA! UM EXEMPLO A SER SEGUIDO



“Não há ninguém santo como o Senhor; não há outro além de ti; não há rocha alguma como o nosso Deus.” (1 Samuel 2:2 NVI)

“Não há santo como é o Senhor; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus.” (1Samuel 2:2 ARC).  Êx 15:11, Dt 3:24, Dt 4:35, Dt 32:42, 2Sm 22:32

Não há santo como o Senhor; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus.” (1Sm 2:2 ARA)

Este versículo faz parte de um texto bíblico conhecido como cântico de Ana, mãe de Samuel.
Ana aparece para nós ao lermos as Sagradas letras, como uma mulher em grande sofrimento, tanto pessoal, como em todo o contexto que vivia. Era esposa de Elcana, que tinha uma outra esposa, Penina, e então vemos um contexto de humilhação para Ana. Além de não ser a única esposa, ainda tinha que dividir o amor e atenção de seu marido com outra, esta era fértil, tinha filhos e Ana era estéril. Penina, por tal situação, humilhava Ana, que sofria de forma tremenda, tanto que ao se apresentar no templo para orar, foi abordada pelo sacerdote Eli, por este achar que ela estava bêbada. Imagine como estava abatida, enfraquecida, tanto física, como espiritualmente. Elcana, por amor, dava a Ana porção dobrada de alimentos, e aqui compreendo que tentava suprir a esterilidade de Ana com bênçãos materiais, que na realidade são fúteis e passageiras e não podem substituir o verdadeiro amor, ou apagar um real sofrimento. Mas Ana recorre ao melhor que tinha, ao que domina sobre tudo e todos, que tem o controle de todas as coisas, recorre a Deus, fazendo um voto, um voto incrível para uma mãe, que pedindo a Deus para engravidar, se compromete a entregar seu filho a Deus, abrindo mão de qualquer outro plano que pudesse fazer para seu futuro. Ou seja, verdadeiramente, entrega sua vida e a de seu filho ao Senhor.
E Deus a abençoa. Ana engravida e ao nascer seu filho, não titubeia, não se esquece do pacto feito com o seu Senhor, consagra seu filho ao Criador e então reconhece através de seu cântico quem é Deus em sua vida, sua Santidade, a Rocha que deve ser a base de nossas vidas, o Eu Sou. Vemos a continuação das bênçãos na vida de Samuel, vendo que Deus não pensa como nós seres humanos, não caminha por nossos caminhos e não se baseia em nossa vontade, em nossos valores, mas por amor nos ouve, e se pedimos conforme os Seus planos seremos atendidos para glorificá-lO. Que sejamos como Ana, em provações e tentações recorramos ao único que é capaz de nos dar muito além daquilo que pedimos ou pensamos.
A Deus somente seja toda a glória!

MdC

quarta-feira, 2 de julho de 2014

TENTAÇÃO X PROVAÇÃO




A Bíblia define tentação usando as seguintes palavras: “Ninguém ao ser tentado, diga: sou 
tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e Ele mesmo a ninguém tenta. 
Ao contrário, cada um é tentado pela própria cobiça, quando esta o atrai e seduz” (Tg 1:13 -14).
Ter um discernimento entre as duas situações, considerando que ambas são muito parecidas, não é muito fácil, porém, existe enorme diferença. 
Entendemos pela palavra de Deus que a tentação nos vem de três fontes que alistaremos a seguir e que tem por finalidade exclusiva, levar o crente, a pecar, cair, e afastar-se para longe da presença de Deus. Vejamos: 
1. De nossa carne ou natureza carnal (Tg 1:12-16), isto é: Dos desejos existentes em nós que é a responsável por nossa tendência de viver de acordo com os apetites do corpo. 
Ela se encontra em constante luta com a nossa nova vida de cristão, procurando fazer com que voltemos aos nossos antigos hábitos de vida, tornando nos egoístas. Não podemos negar o fato de que as tentações virão dessa fonte (Rm 8:5-13) e (Gl 5:16-26).
2. Do mundo – A tentação que nos vem dessa fonte tem uma forma sutil de levar-nos a conformidade com as atitudes prevalecentes no ambiente em que vivíamos no tempo do velho homem e com a atmosfera dele como, por exemplo: Sentir-se seguro pela posse de bens materiais, por realizações próprias, pensar que podemos viver sem um relacionamento vital com Deus, adotar os usos e costumes do sistema mundano como nosso modo de vida etc. Somos exortados pela palavra de Deus a não deixarmos ser levados por essa fonte de tentação (Jo 16:33); (Rm 12:2);(I Tm 6:10);(I Jo 2:15).
3. Satanás (O diabo) – As escrituras nos ensinam com clareza que satanás é uma fonte de tentação na vida do crente, para fazê-lo pecar. Do primeiro ao último livro da bíblia podemos ver satanás em ação tentando enredar o crente e levá-lo a pecar. Ninguém, absolutamente ninguém, está imune a esta ameaça. Somos exortados pela palavra, também quanto a esse perigo. (I Pd 5:8); (Apc 20:1-3);(Tg 4:7)
Entendemos pela palavra de Deus também que enquanto a tentação tem por finalidade derrubar o cristão; A provação vem do Senhor e tem um propósito específico a cumprir (Tg 1:2-4). As provações são nos dadas ou permitidas por Deus e tem como propósito profícuo, produzir perseverança, aperfeiçoamento, integridade e a ausência de deficiências espirituais.
As tentações podem ser usadas pelo inimigo para estimular o que há de pior em nós. A provação é diferente. É uma situação permitida por Deus. Diria que faz parte da Pedagogia de Deus. As provações são usadas pelo Espírito Santo para extrair o que há de melhor em nós.
As provações são ilógicas. O exemplo mais clássico da narrativa bíblica é o pedido de Deus a Abraão para que este oferecesse seu filho Isaque em sacrifício. Por que Deus daria um filho a Abraão para depois pedir que o matasse? Sob a ótica humana isso não tem lógica nenhuma, não faz sentido algum.
A provação é um teste, e quando entramos em nosso campo de prova, não vamos encontrar ninguém na arquibancada da vida para torcer a favor ou contra. Somos só nós mesmos. E podemos conjecturar que somente Deus assiste a tudo observando cada movimento que fazemos, cada atitude que tomamos, cada palavra que falamos.
Podemos partir dessa premissa, porque durante uma prova, o professor nunca orienta seus alunos: ele sempre fica em silêncio! Quantas vezes vivenciando situações ilógicas nos perguntamos: onde está Deus? ou “por que Ele está em silêncio? Parece não importar-se com o que está acontecendo...” 
Se isto lhe sucede, você pode estar sendo PROVADO!
O objetivo da provação é nos transformar em pessoas com forte convicção moral e espiritual. 
As crises e as situações difíceis criadas pela provação certamente fortalecerão a nossa intimidade com Deus, porque Deus não deseja destruir-nos, mas sim, fortalecer a nossa confiança nEle! 
A provação procede de fora para dentro. Eu diria: De Cima para baixo. Ela não usa os nossos desejos. Ela surge de situações, pessoas e circunstâncias com a permissão vinda lá do alto.
Todos os cristãos são tentados a pecar (I Co 10:13), mas nem todos passam pelas mesmas provações de fé. 
As provas de Deus são feitas sob medida para cada um de Seus filhos e a experiência de cada um é singular. Não devemos esquecer que, não seremos provados e nem tentados, além das nossas forças. A provação gera a obediência em destaque, já a tentação leva-nos de volta ao pecado, quando cedemos às mesmas. 
Observe as circunstâncias pelas quais você passa, agora. Ela será tentação, se estiver usando os seus anelos e desejos para quebrar o seu relacionamento com Jesus. Mas, será uma provação se leva você para mais perto de Deus e viver em submissão a Ele. Sejamos atentos, vigilantes, apercebidos e tenhamos bom ânimo para recebermos a APROVAÇÃO do nosso querido Salvador.
MdC

APRENDENDO A DIZER NÃO À VINGANÇA


22 Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor, e ele te livrará. (Provérbios 20:22 ARC)
22 Não diga: “Eu o farei pagar pelo mal que me fez!” Espere pelo Senhor, e ele dará a vitória a você. (Provérbios 20:22 NVI)
22 Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor, e ele te livrará. (Provérbios 20:22 ARA)
Em nosso viver diário somos atingidos de todas as formas por ações que entendemos ser provenientes do mal, da maldade de outra pessoa, e o sentimento imediato que nos vem à mente na maioria das vezes é a vingança, é retribuir da mesma forma ou planejamos até mesmo algo mais pesado, do que aquilo que passamos. Mas o que ganhamos com isso? Satisfazemos apenas o nosso ego, nos tornamos mais amargos, nos distanciamos das pessoas e do amor verdadeiro e consequentemente de nosso Criador. Nos isolamos de tudo e de todos, pois estaremos sempre desconfiados e armados para uma guerra permanente com todas as pessoas.
Vamos então ao encontro de tudo aquilo que Deus nos apresenta em Sua Palavra.
Deus nos mostra seu domínio sobre tudo e todos, tudo está sob seu controle, e em tudo que vivenciamos há um objetivo de nosso Pai Celeste. Um objetivo para o nosso bem, para nossa edificação e santificação, para no final podermos glorificar o seu santo nome, através de nossas atitudes e ações.
Isto é fácil? Claro que não! É extremamente difícil, é uma luta interna que temos com nós mesmos, que nos exige atitudes que para o mundo, caracteriza uma passividade, um idiotismo, pois como ouvimos constantemente sobre o velho ditado popular: "dou um boi para não entrar em uma briga e uma boiada para não sair dela!"
Então o que fazer? Como agir em situações em que muitas vezes temos perdas, somos humilhados?
- entender e aceitar a soberania de Deus,
- entender que somos criaturas, feitas para honrar e glorificar a Deus, e que somos todos iguais perante Ele.
- separar as pessoas de seu comportamento, como Deus fez conosco, e isto não quer dizer que devemos esquecer de tudo que acontece; não quer dizer também que devemos nos alienar, mas termos um amor incondicional e sacrificial, colocando-nos sempre no lugar do outro, estar sempre pronto a ajudá-lo e socorrê-lo, independentemente de seu comportamento.
- lembre-se do que Cristo fez por nós na cruz e faz até hoje, como nosso único mediador, junto ao Pai.
- sejamos sal da terra e luz do mundo!
Creio que agindo assim, não estaremos exercendo a vingança que é uma particularidade do Deus Criador, mas principalmente exercendo o domínio próprio em nosso ser e acima de tudo sendo sal da terra e luz do mundo.

A Deus somente seja toda a glória!
MdC

AMANDO DE FATO E DE VERDADE



“Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.”  (1 João 3:18 NVI)

Este texto para mim é um texto pesado que me causa aflição, pois sei que não consigo exercitá-lo de forma real, plena, principalmente quando lemos dos versículos 11 a 24, aonde João nos esclarece o que é verdadeiramente o amor fraternal: dar a vida por nossos irmãos. O real exemplo que temos é o que Jesus fez por cada um de nós na cruz do Calvário, e com tal atitude nos brinda com a vida eterna.
João aqui fala para sairmos da esfera do discurso, do pregarmos uma coisa e vivermos. Fala da necessidade de sermos coerentes, isto é: o que dizemos é o que fazemos.
As exortações do apóstolo me leva ao tempo de quando era criança quando ouvia: "Aquilo que você faz fala tão alto que não consigo ouvir o que você diz". E isto é real! Quem de nós, em muitas situações fala, fala e fala, mas na hora H, faz algo completamente diferente do que sempre disse.
Pensemos, principalmente, no amor, que é o que deve ser o fundamento do nosso viver, de nosso relacionamento com Deus e com cada ser humano que transita em nossas vidas, principalmente aqueles a quem chamamos de irmãos. Mas não é qualquer amor, como hoje o mundo define:
Ø  Amor à primeira vista = paixão súbita
Ø  Amor carnal,
Ø  Amor físico,
Ø  Amor livre = ligação amorosa que rejeita o vínculo do casamento.
Ø  Por amor à arte = por prazer,
Ø  ter amor à pele: não correr riscos desnecessários, ser prudente.
Tudo que listei acima é o modo como o mundo vê ou melhor: O Modo como o mundo  exercita o amor. Mas o amor que devemos viver e exercitar é aquele que está em Cristo, em sua atitude, amor definido e apresentado na cruz, amor que é apresentado por Paulo, na sua 1ª carta aos coríntios, no capítulo 13, 
Ø  Não arde em ciúmes,
Ø  Não se ufana,
Ø  Não se ensorbebece,
Ø  Não se ira,
Ø  Não se conduz de modo inconveniente.
Ø  Tudo espera,
Ø  Tudo crê,
Ø  Tudo suporta.
Com todos os seus atributos e consequentes ações, o que se encaixa perfeitamente no que João aqui escreve: que nosso amor seja visto em ação e verdade não somente em palavras e boca.

A Deus somente seja toda a glória!
MdC

A RECOMPENSA DA HUMILDADE



“A recompensa da humildade e do temor do Senhor são a riqueza, a honra e a vida.” (Provérbios 22:4 NVI)

O rei Salomão foi um homem em sua história de vida, citado como um sábio e esta sabedoria como fruto do seu relacionamento com Deus. Neste versículo, vemos as consequências daquele que coloca como primazia de sua vida o relacionamento com o Criador, lembrando que Jesus ao ser indagado pelos mestres da lei mosaica, sobre o cumprimento da mesma, sintetizou toda a lei em amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.
Aqui são citadas duas palavras que definem de forma real e verdadeira a condição humana:  
Ø  Humildade - A humildade é algo que pertence àquele que é simples, modesto, que reconhece seus próprios erros e defeitos, que respeita aqueles que estão à sua volta, que se faz inferior em relação ao outro, não tendo como objetivo satisfazer a si mesmo. Assim é alguém que se faz submisso, isto é, sob uma missão, o que então nos remete ao termo seguinte do nosso texto bíblico.
Ø  Temor - Quando ouvimos a palavra temor reduzimos o seu significado tão somente a medo, mas esta palavra tem um sentido mais profundo que é o receio do que pode fazer mal, reverência profunda, devoção, rigoroso cumprimento, zelo e então vem à minha mente meu relacionamento com Deus. Deus é o Criador, o Senhor, Aquele a quem tudo e todos estão sob o Seu governo e mais ainda Aquele que por amor ímpar deu a Sua vida por cada um de nós, simplesmente por amor. Como não temê-lo? Como não estar submisso a Ele?
Vejo como total falta de lógica e sabedoria agir de outra forma. E mais ainda, mesmo Deus sendo quem é, amplia ainda mais a Sua graça, nos brindando com riquezas, que vejo não somente como posses materiais reduzidas a este mundo, mas a riqueza de alma e de espírito, de saber quem realmente sou, qual a razão de minha existência, a certeza da minha insuficiência em mim mesmo, a certeza do perdão de meus pecados, a certeza da salvação, a certeza da vida eterna. Então mesmo sem merecer, sou honrado como filho de Deus, não neste mundo, mas junto ao  Pai que está nos céus, com quem viverei toda a eternidade, para honra e glória de Seu Santo Nome.

A Deus somente seja toda a glória!
MdC

IDE



8 “Deem graças ao Senhor, clamem pelo seu nome, divulguem entre as nações o que ele tem feito. 
(1 Crônicas 16:8 NVI)

Louvai ao Senhor, invocai o seu nome, fazei conhecidos entre os povos os seus feitos.

(1Crônicas 16:8 ARC)

8 Rendei graças ao Senhor, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos.

(1Crônicas 16:8, ARA)

Apesar de não fazer parte da vida do povo judeu, vejo aqui neste versículo um esboço sobre o que é o IDE, aquilo que nos foi comissionado pelo nosso Salvador, o que hoje é tão falado e conhecido: missões.
No contexto do Velho Testamento, Deus orienta seu povo a se isolar dos povos vizinhos, como uma orientação profética para que não fosse contaminados por hábitos e costumes que iriam diretamente contra a vontade do Criador, especialmente no período da fuga do Egito, acredito pela fragilidade que se encontravam, no deserto, em terra totalmente estranha àquela geração que tão somente conhecia a vida escravidão.
Mas aqui, muito tempo já havia passado, Israel já havia de uma teocracia absoluta e genuína, e passado a ser governado por homens. Saul o primeiro rei de Israel já havia morrido, e Davi acabará de ser ungido como novo rei, e após vitórias sobre os inimigos, amoitas e filisteus, Davi celebra com o povo em ações de graças a Deus e este texto em questão faz parte de um salmo davidico, ( versículos 8 a 36).
Mas o que isso a tem ver comigo hoje? O que vejo neste texto? Como disse no início vejo aqui a confirmação do chamado de todo cristão para divulgar a todos, tudo o que Deus fez e faz por nós, em nosso viver diário, em cada momento, com Seu amor imensurável, para assim trazermos mais pessoas a Cristo, pela ação do Espírito Santo.
Não sou uma pessoa diretamente envolvida com missões, mas me vejo e isto estendo a cada um de nós, Igreja do Senhor, que todos somos missionários aonde estivermos: em família, no trabalho, na rua, em férias, em tribulações, em alegrias e muitas vezes até mesmo dentro da congregação.
Pensemos nisto, iniciemos por nossa Jerusalém e consequentemente, em um efeito cascata, chegaremos até aos confins da terra.
A Deus somente seja toda a glória!
MdC

sábado, 21 de junho de 2014

Bendito seja o Senhor, Deus, nosso Salvador, que cada dia suporta as nossas cargas. (Salmos 68:19 NVI)

Nosso Deus é santo, puro, justo, criador de tudo e de todos. Deus tem controle sobre todas as coisas. É um Deus onisciente, onipresente e onipotente, portanto nada escapa de Seu controle. Deus é justo. Mas o que mais me espanta, me deixa extasiado é seu amor, sua misericórdia, que não consigo quantificar nem mesmo entender de forma plena, pois tais atributos são demonstrados a cada dia em nossas vidas. Deus nos suporta de forma impressionante, pois mesmo sendo nos quem somos, totalmente falhos, pecadores, Ele nos ama e está sempre pronto a nos ouvir, quando a Ele nos achegamos com sincero arrependimento reconhecendo quem somos e quem Ele é. Que não desprezemos o amor de Deus, pois não encontraremos algo semelhante em nenhuma situação que possamos buscar ou imaginar. Assim como Deus é único, assim são também todos os seu atributos, dos quais o que mais me conforta é o amor, demonstrado de forma clara e plena na vida, morte e ressurreição de Cristo. A morte de Jesus em nosso lugar foi um ato de amor incomparável, único, absoluto e que nos premia com o perdão de nossos pecados e a vida eterna. Jesus suportou as nossas cargas, e até hoje suporta, estando junto ao Pai intercedendo por cada de nós. Que nossas vidas glorifiquem a Deus, através de cada ato, de cada palavra, de cada pensamento. 

A Deus somente seja toda a glória
MdC